terça-feira, 27 de outubro de 2015

A saúde vai de mal a pior.

Antes de ter um chilique, de se revoltar, de ligar para a Globo, pela demora no atendimento em um Hospital ou posto de saúde:
PARE:
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se a população não para de aumentar e eles não estão dando conta.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se cada vez mais se desvia dinheiro da saúde e com isso acaba faltando de tudo.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se as prefeituras não contratam mais funcionários, e às vezes um atendente precisa cuidar de mais pacientes do que deveria.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se há pacientes em situação mais complicada do que a sua.
 Nem os funcionários, nem você TÊM CULPA, se você ficou doente justamente agora que há tanta gente pra ser atendida.
Os Funcionários não esperam que você acredite nisso... Mas pense:
A maioria dos funcionários trabalha no limite, são pessoas como você, que igualmente vivem estressadas, correndo contra o tempo para atender a todos indistintamente, inclusive pessoas drogadas, agressivas, vitimas de overdose e bandidos feridos, você faria isso? Bem, eles fazem porque faz parte do trabalho deles atender todo mundo.

Que a saúde vai mal, tanto eles como você sabem muito bem disso, por isso, não espere deles o que eles NÃO PODEM fazer, afinal, a culpa não é sua... Nem deles!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Olá pessoal, de volta, novamente!
Passando por alguns Blogs e Sites, resolvi contar uma história fictícia, que pra quem não sabe o que é, é uma história de mentirinha, serve apenas para reflexão, se é que há algo que se aproveite nela, segue ai:
A história de João.
João era um cara metódico, tímido e super organizado, talvez por isso fosse um dos melhores funcionários do escritório, raramente deixava acumular serviço, inclusive sua mesa despertaria inveja até nas mulheres mais exigentes.
Certo dia entra uma nova funcionária na firma, a Sônia, que não demora em perguntar para os demais o porquê de o João ter esse jeito tão fechado, já que se limitava a responder apenas o que lhe fosse perguntado, e ainda assim era quase que apenas “sim” ou “não”.
 - O João até que não é feio, é inteligente, mas é muito fechado, porque ele é assim, aconteceu algo aqui no escritório? Parece que ele não se da bem com ninguém, sai e já vai direto embora, não participa de nenhuma festinha, quase não conversa - perguntava ela a sua supervisora-.
Marcela, a sua supervisora, contou lhe então o que aconteceu:
-Vou contar porque ele não faz questão que saibam o que aconteceu... O João nem sempre foi assim tão fechado, na verdade ele era bem comunicativo até, mas acontecimentos de apenas alguns dias, isso já há alguns anos, mudaram o seu jeito de se relacionar com as pessoas, nada que afete seu trabalho, mas ele se fechou desde então.
-Nossa! Parece grave, o que aconteceu, morreu alguém por causa dele?
-Não chega a tanto, acho que o único morto nessa história foi o João que nós conhecíamos depois de quase ser preso duas vezes numa única semana, e pelo jeito não suportou bem a situação e se fechou.
- Nossa! Nunca me passou pela cabeça que ele tivesse problemas com a lei, tão certinho e organizado, espero que não tenha sido nada grave, mas o que aconteceu?
- Bem... Aconteceu que numa segunda feira, dizem que ele quase foi preso por injúria racial num supermercado, quando comentou com a moça do caixa sobre a situação econômica, e sem más intenções soltou a frase “É... A coisa tá preta, mesmo!”, parece que foi o suficiente para uma moça ao lado começar a esbravejar que ele se referia a ela, que era racista, chamou a polícia e aconteceu a maior confusão como o coitado.
-Coitado, sei... E se falou de propósito mesmo?
-Nada a ver, o João perdeu os Pais muito cedo, e sem parentes próximos, praticamente foi criado por uma pessoa de cor, tenho certeza de que ele jamais seria racista, mas, para complicar, pois, logo depois ele foi acusado de homofobia, por mudar de fila numa lotérica, onde haviam dois homossexuais abraçados, deu confusão de novo!
-Espera ai, esse é um país livre, que eu saiba não há nada de mais em duas pessoas do mesmo sexo se abraçarem numa fila, sinto muito, mas, ele podia ficar quieto onde estava, né!
-Verdade, mas ele disse que não fez por mal nem pretendia ofender os dois, se justificou dizendo que simplesmente mudou de fila por não se sentir a vontade, o que convenhamos, também é um direito dele.
- Na certa mudou de fila e resmungou alguma coisa que ofendeu.
-Pelo que consta, não disse uma palavra, apenas mudou de fila, eu particularmente acho que quiseram se aproveitar dele, devem ter pensado que ele fosse rico e daria alguma indenização, talvez.
-Tá certo que foi muita confusão mesmo, mas isso justifica ele ter esse trauma todo?
-Porque o interesse nele?
-Nada de mais, é que como você sabe, estou fazendo psicologia e achei interessante, um cara que parece ser legal, mas ser tão fechado, quem sabe não me rende uma tese?
-Que tal perguntar diretamente a ele? –Nisso Marcela chamou João e foram todos para sua sala, pois, queria ver como agiria a nova funcionária diante daquela situação, já que Marcela não gostava de fofocas ou assuntos mal resolvidos no trabalho-.
-João, você sabe que a Sonia estuda psicologia e ela quer lhe fazer uma pergunta sobre o que aconteceu com você, pode ser?
-Pode, mas não to pirado não, se é isso que ela pensa.
Visivelmente constrangida, Sônia lhe perguntou:
-Desculpa, não é isso não, mas eu comentava com a Marcela o seu jeito fechado, quase não fala com ninguém, e a Marcela acabou me contando o que aconteceu, daí que eu perguntei a ela, se isso não seria um trauma seu que precisaria ser tratado, você ainda é novo para agir tão fechado assim.
 -Olha Sônia, agradeço a sua preocupação, mas não é trauma, nem piração, é uma escolha que fiz só isso.
-Como assim? Escolheu se fechar pra todo mundo?

 -Na verdade acho que são as pessoas é que escolheram que eu as ignore, ou se ignorarem com o chamado “Politicamente Correto”, se falar alguma coisa, dirão que é racista ou homofóbico, se conversar com alguém aqui no trabalho, vai que dizem que é assédio, melhor ficar quieto não acha?
Bem... Se você leu até aqui e espera um final, sinto muito, o final dessa história fica para você mesmo imaginar e refletir.
Até mais!
Gostou? Não gostou? Envie um comentário.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni – Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP

jkarlosbarbieni@gmail.com

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Voltamos à escravidão.

Olá a todos, Demorei... Só relembrando que ainda não tenho internet (Idade das cavernas em casa!).
Bem... Volto para falar sobre o assunto que vem pipocando, que não é recente, já que outros casos ocorreram e infelizmente outros tantos devem acontecer ainda, que são esses “esquecimentos” de crianças dentro dos carros, ao quais na maioria das vezes, resulta na morte dessas crianças.
Os comentários giram em torno da dificuldade em entender com alguém consegue “esquecer” um filho dentro de um carro, assim sem mais nem menos, como se fosse algo sem importância, sem valor, diferentemente de uma bolsa, um tablet, que sempre se dá uma olhadinha para conferir se ainda está lá, e sempre se lembra de pegar ao sair do carro.
Com perspicácia, muitos lembraram que pessoas que tem crianças pequenas, não deveriam ter insufilme em seus carros, pois, dificulta enxergar alguma criança presa dentro do veículo, bem como aventaram algumas explicações como os problemas no trabalho e a rotina, quase que automática do dia a dia, sem esquecer-se do fato de que muitas crianças ficam em silêncio, talvez dormindo no banco de trás, o que coloca a mente no “automático” (Parece o filme Click), como se a tarefa de deixar a criança na escola, já tivesse sido cumprida.
É claro que uma criança está muito mais propensa a morrer numa situação dessas, mas mesmo um adulto, vitima de um sequestro, por exemplo, que seja amarrado e deixado dentro de um veículo no sol escaldante, pode vir a óbito. (fato assim já aconteceu em nossa região vitimando uma professora)
Não estaria na hora da indústria automobilística participar dessa solução, oferendo veículos preparados para esse tipo de problema?
Mas o que me chamou atenção foi justamente a colocação da rotina como justificativa, ou seja, o modo de vida “automático”, cheio de rotinas e repetições em que vivemos hoje em dia, de onde veio a minha indagação: “Estamos voltando, ou assumindo a condição de sermos escravos?”.  
A maioria de nós já não é mais dono de sua própria vida, tudo o que fazemos está condicionado aos horários e compromissos do dia a dia, que dita se podemos ou não participar de uma festinha, de um passeio, ou até mesmo de um jantar em família, quase sempre estamos atrasados e reclamamos que faltam horas em nosso dia.
Se formos escravos de alguma coisa ou rotina, qual seria o meu ou o seu “senhorio”?
Certamente há escravos do trabalho, que faltam a eventos familiares para poderem cumprir prazos e compromissos de trabalho, outros são escravos da tecnologia, das redes sociais, já não conseguem mais visualizar suas vidas sem esses aparatos, sem mencionar os escravos dos vícios e drogas.
Clamamos tanto por liberdade, tanto que a preferimos, mais que o paraíso, no entanto, chegamos aos dias de hoje escravos de alguma coisa, de algum estilo de vida... E achamos tudo isso normal!
A todos muita Paz, Saúde e Prosperidade em 2015!
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática
Técnico em administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

domingo, 28 de setembro de 2014

Você se acha ignorante?

Olá pessoal, de volta, pra mais um dedo de prosa,
A pergunta é seca, na lata... Você se acha, ou já te tacharam de ignorante?
Presumo que sua primeira reação deva ser de quem não goste muito, nem mesmo de uma pergunta dessas, quanto mais se alguém te chamar de ignorante, mas, passado o primeiro momento, é hora de analisar em primeiro lugar o conceito de ignorante, veja ai:
Ignorante é um adjetivo e substantivo de dois gêneros da língua portuguesa com origem no termo em latim ignorante. Ignorante é uma palavra que caracteriza uma pessoa que ignora, que não tem instrução, que é estúpido, tolo, inepto, imbecil e revela falta de saber, desconhecimento e imperícia
Agora que já temos a definição, a qual não é nada agradável, vem a pergunta do porque de se perguntar uma coisa dessas, qual a utilidade dessa resposta, que penso eu, a grande maioria responderá que não, ou seja, que não se consideram ignorantes, afinal se estão navegando na internet e se dando ao trabalho de ler esse texto, certamente ignorantes não são.
A razão desta pergunta é a eleição, isso mesmo a própria que se aproxima e cuja campanha já está ai na televisão todas as noites para que ao menos algumas vezes, os eleitores assistam, e convenhamos que com as peças raras que se apresentam, pode ser até divertido (Tem gente que acha melhor que programa humorístico).
Bom, vamos ao que interessa... Quem costuma navegar pelos comentários das notícias sobre as eleições, deve ter notado alguns comentários sobre a relação entre as promessas dos candidatos e a ignorância do eleitor, tanto na ignorância pela definição acima, como no ignorante político, que é aquele que mal conhece os candidatos.
As críticas são contundentes, descrevendo que os candidatos se aproveitam dessa tal ignorância do eleitorado fazendo promessas que dificilmente serão cumpridas, ou ainda apostando num jogo psicológico, que se o eleitor escolher o adversário, a coisa vai piorar, os problemas vão continuar e por ai afora.
É certo que todos nós precisamos pesquisar para saber do histórico de vida do candidato que pretendemos escolher, pois serão alguns anos de resultados positivos ou negativos, obtidos pela nossa escolha, assim como também é certo que há candidatos apostando nessa ignorância, ou no mínimo, na nossa apatia em relação às eleições para se eleger.
Quem garante que este ou aquele candidato é o melhor? A resposta correta seria seu passado, suas ações, suas escolhas, seus compromissos assumidos e cumpridos, e também a sua postura diante dos adversários.
Como garantir, se não a melhor, ao menos uma boa escolha?
Assistir ao menos um pouco os programas eleitorais, pesquisar na internet, prestar atenção nos noticiários políticos e econômicos, isso não é perda de tempo, é uma avaliação necessária a um acionista desta grande empresa chamada Brasil, afinal, se um empresário pode saber de nossa vida ao nos contratar, nós temos a obrigação de saber da vida daqueles que vamos contratar também.
Ao longo da campanha, os nomes vão se formando, e acabo me decidindo por este ou aquele candidato, consciente de que posso votar errado por ter avaliado mal as propostas, ou talvez por não ter as opções que gostaria, mas por IGNORÂNCIA não!
Até mais!
Gostou? Não gostou? Comente.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni – Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP
jkarlosbarbieni@gmail.com


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Problemas, quem não tem?

Olá pessoal, de volta escrevendo sobre problemas.
Com certeza problemas não faltam a ninguém, se dentre os leitores houver alguém que esteja de bem com a balança, com a conta bancária, com a saúde e com fios de cabelo sobrando, que se dê por satisfeito por fazer parte de algo fora de série... Ou será que não é tão difícil assim viver sem problemas?
É certo que quase todos os problemas que enfrentamos hoje surgiram em algum momento de nossas vidas, alimentados por nós mesmos, por nossas decisões e escolhas, salvo é claro doenças graves e genéticas que nos acometem independente do estilo de vida, porém mesmo elas poderiam ser minimizadas com tratamento precoce.
Calma, como não sou médico, seria leviandade minha discorrer sobre as doenças, e além de tudo não pretendo escrever um texto “Pra baixo” e negativista, pelo contrário, discorrer sobre os problemas que temos no nosso dia a dia de forma construtiva, tentando fazer uma análise dos problemas e suas causas, onde quase sempre, somos nós mesmos.
O cartão de crédito estourado, uma conta quase impagável... Seria esse o problema maior, ou seria o descontrole dos gastos, ou ainda, será que o descontrole das contas é mesmo o real problema? Pode muito bem ser a incapacidade de resistir às ofertas da internet, do shopping, etc.
Assim como o valor final das dívidas não é o nosso real problema, outros tantos também têm sua causa em decisões tomadas muito antes de se chegar a tal situação difícil, e não entender que assim acontece, é o maior empecilho para se resolver de vez aquilo que tanto nos incomoda.
A lógica é simples, quem não aprende a organizar seus gastos, quando (se) finalmente consegue quitar o cartão de crédito, não resiste e sai gastando novamente sem controle, e não tardará a se ver em dificuldades novamente.
Ah, mas quando se fala em problemas, não são somente os financeiros que nos tiram o sono, e quanto aos sentimentais? O fim de um relacionamento não é o que se pode chamar de experiência prazerosa, e quando se trata do fim de relacionamento longo, tipo casamento, fica a pergunta: “Afinal o que aconteceu, onde erramos, se nos amávamos tanto?”.
Problemas e mais problemas, afinal há receita pra resolvê-los, ou melhor, evitar que aconteçam?
Consultar um Especialista Financeiro, um Psicólogo, Médico, Cartomante, Pai de Santo ou quem sabe um velho amigo de botequim, são algumas das opções que usamos para nos aconselhar e tentar resolver o problema que nos aflige, e com certeza, o leitor também tem as suas “tábuas de salvação”, mas o certo é que todos nós gostaríamos de ter uma receita infalível que nos ajudasse em tudo.
Se o texto tivesse cunho religioso, certamente a resposta giraria em torno de Deus, mas, não pretendo ir para esse lado, sem menosprezar a fé que sem dúvida é o primeiro, senão o passo mais importante para se resolver problemas.
Mas vai ficar para o próximo post, quando pretendo colocar algumas coisas mais práticas que aprendi no curso de Administração, na convivência com professores e alunos, e claro, cada uma das minhas opiniões poderá ser confrontada ou corroborada por pessoas mais preparadas que eu, inclusive você mesmo, acompanhe.
Gostou? Não gostou? Comente.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni – Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP
jkarlosbarbieni@gmail.com


quarta-feira, 16 de julho de 2014

E se tivéssemos ganho a copa?

Olá pessoal, de volta.   E se o Brasil tivesse vencido a copa, hein?
Iria ser uma festa para os políticos que a trouxeram;
Seríamos hexacampeões com estádios (não gosto de arenas) padrão FIFA;
Não faltariam comentários do tipo: “Tá vendo? Não falei que valia a pena?”;
Teríamos mais uma estrela... Na camisa da seleção;
Quem sabe quantos iriam morrer infartados de tanta felicidade;
A taça se transformaria no maior trunfo eleitoral do governo;
Haveriam bolsos cheios... Da FIFA, dos patrocinadores, dos jogadores...
(Os bolsos deles se encheriam de qualquer forma)
 E seriamos um povo feliz, principalmente frente aos Argentinos.

Mas o Brasil não ganhou a copa, e pior, perdeu feio...
Para o desespero dos políticos, voltarão os protestos ainda mais fortes;
Sobrou a conta dos estádios caríssimos, desertos na maior parte do tempo;
Não faltarão comentários do tipo: “Viu só no que deu? Foi dinheiro jogado fora”;
Vejo muitas estrelas... De dor, dos que sofrem em hospitais sucateados;
Quem Sabe quantos irão morrer infartados ao se darem conta do prejuízo;
A conta disso tudo vai transformar-se no maior trunfo eleitoral da oposição;
E os bolsos vazios? Somente os do povo, a quem sobrará pagar a conta;
Ainda assim somos um povo feliz não é mesmo? Afinal TEVE COPA!

Não fui contra a copa no Brasil, e até acho que alguma hora teria que acontecer por aqui, mas enquanto não mudarmos as práticas ruins, comuns em obras públicas envolvendo atrasos, superfaturamentos e outras coisas, não seria recomendável delegar ao estado a incumbência de tocar grandes obras e eventos.
Só pra lembrar, é bom ficar de olho nos gastos para as olimpíadas.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni –
Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP

jkarlosbarbieni@gmail.com