domingo, 11 de dezembro de 2016

Publicação de 11 de dezembro de 2016

Quem são seus Deuses?

Pergunta fácil ou difícil de responder?

Talvez fique mais fácil se eu perguntar a quem você presta culto, idolatria, obediência ou simplesmente a quem você costuma seguir cegamente, sem pestanejar considerando suas afirmações sempre verdadeiras.

Pois, bem ou mal acabamos "endeusando" não somente nossas crenças, mas, também algumas pessoas sejam do nosso círculo de amizades, ou mesmo da mídia.

Mais uma pergunta... Você é capaz de duvidar ou questionar alguma coisa nesse "Deus" que segue, ou seja, você se dá o direito de duvidar, ainda que de leve, de alguma coisa?

Se o tema fosse religião, certamente, muitos responderiam que não duvidam de nada e não questionam nada apenas crêem e dão fé naquilo que se propaga por séculos, o que pode ser louvável, mas pouco eficiente e até perigoso, pois, quase sempre leva ao fanatismo e que justamente não questiona nada, nem mesmo diante da mais avassaladora prova em contrário.

Saindo do campo religioso, que já oferece seu perigo, caímos no endeusamento de personalidades, pois, quando o fazemos isso, nossa mente se fecha, nosso discernimento cai a quase zero e achamos tudo certo e correto nesse "Deus" que seguimos.

Na verdade basta que ele se manifeste pra que aplaudamos sem o menor questionamento, afinal... Se ele disse... Ta falado  e deve ser verdade!

A coisa toma tal proporção que se um artista ou atleta, fala que isso ou aquilo é certo, Você o apóia incondicionalmente, sem sequer dar a si próprio o benefício da dúvida, ou seria a possibilidade de colher os frutos da dúvida, não nos esqueçamos que, quem questiona busca nada mais que a verdade, e não a denegrir a crença ou ao "Deus" evocado naquele momento.

Pra entender... Quem se dá o direito de questionar, quer sempre saber mais, e àquele que não aceita esse direito, ou tem algo a esconder, ou quer manter a crença ou imagem intocável, qual seria a razão disso?

Calar quem questiona é fácil, basta convencê-lo com sua resposta, e isso qualquer líder sábio sabe que ao invés de fugir dos questionamentos, deve-se satisfazê-los.

Se você não questiona quando ele (Esse seu “Deus”) ou alguém lhe diz alguma coisa, se acha que ele, merece todo seu apoio incondicionalmente, sem perguntas... Desculpe-me, e espero estar errado, mas, você já criou um "Deus" pra seguir, sem se dar conta de ter feito essa escolha.
Olhando para as pessoas em quem confia cegamente e  para aquelas que costuma achar que estão sempre certas...
Identificaria quem são seus deuses?


domingo, 3 de julho de 2016

Vamos por partes porque não sou jornalista ou coisa alguma,mas enfim, que assim seja:

Vivemos dias em que os fatos se sucedem de forma assustadora, sequer sabemos se amanhã de manhã, em plena segunda feira, 4 de julho de 2016, não haverá nova operação da Lava-Jato ou não.
O que se espera, como sempre, é a observância da lei, pois, em nome da justiça, injustiças não ajudam para desmontar uma das mais perversas realidades desse país, que reponde pelo nome de Brasília.
Mas espera ai... Chamou Brasília de perversa?
Se não for, chega perto, tal a distância entre a realidade de lá, e dos outros "Brasis" que há fora dela, tanto que justamente o contraponto a Brasília se apelidou de "República de Curitiba"
A Lava-Jato tornou-se um simbolo, uma bandeira, um patrimônio daqueles que querem algo melhor, sem corrupção para o Brasil.
Não há como evitar que os desdobramentos dessa magnitude levem a nomes de peso, abrindo um novelo que parece não ter fim, e por consequência, surgem os que se acham perseguidos... Já sei, pensou no Ex-Presidente Lula, acertei?
Quanto a Lava-Jato poder atingir o Ex- Presidente... Ora, se há envolvimento de tanta gente ligada a essa pessoa em atividades criminosas e comprovadamente se sabe que o Ex-Presidente tem sim sua liderança sobre essas pessoas, qual seria a razão para estranhar que se dedique mais atenção a essa pessoa? Errada estaria a justiça se por acaso se contentasse com peixes pequenos, ignorando o envolvimento de grandes e até mesmo dele, nessas atividades, há que se investigar, dentro da lei, só isso.
Seria perseguição? Não creio, se assim fosse já poderia estar preso a muito tempo, pois, desde o mensalão se aventa a possibilidade de seu envolvimento, simplesmente por ser humanamente impossível que um líder reconhecido como ele, e que mantém tudo sob seu controle, continue a citar a velha bravata de que nada sabe, e o fato de ainda não ter sido preso só comprova que não se faz perseguição, mas investigação.
Ainda sobre sua possível nomeação, como seria se Lula fosse Ministro?
Teríamos hoje uma situação bem estranha, teríamos uma presidente (Dilma) subordinada a um ministro, pois, duvido que Dilma se oporia a uma determinação de Lula, e com foro privilegiado, estaria sim, mais longe das mãos da justiça, ou se esqueceram da fala onde Dilma lembra dos cinco no bolso do colete?
No entanto, há que se atentar para o fato de que o Judiciário não pode sair decretando prisões a torto e a direito, sem que haja razões legais para tal fato, que são na maioria das vezes a possibilidade de fuga ou de interferência nas investigações, que precisam ser demonstradas claramente no ato da petição de prisão ao judiciário, o que penso que tenha sido feito em cada uma delas, ou cada prisão se poderia ser arbitrária, o que não é aceitável.
Prender Lula, se culpado for de alguma coisa, se pautada em fatos comprovados, se cumpridas as exigências legais, se isso acontecer...Só se fará justiça, mas, o que não pode é prendê-lo só pra mostrar serviço.

domingo, 29 de novembro de 2015

Os ladrrões de ônibus em Itapira

Quem abriu os jornais de domingo 29-11-2015, ou acessa a internet, que deve ser o seu caso, deve ter se deparado com a notícia sobre o assalto a um ônibus de romeiros neste sábado e com certeza deve ter ficado surpreso. Pois, é algo novo em Itapira, e se a moda pega...
Os assaltos em si causam tanto ou mais prejuízos que a crise, pois, basta analisarmos quanto se desviamos para a nossa segurança particular ou em quanto o estado gasta na segurança pública, que poderia ser usado em outras coisas.
Da nossa parte, figuram os gastos com câmeras, cercas elétricas, grades, e pra quem pode e para as empresas, muros altos, os blindados e segurança particular, dinheiro esse que poderia se tornar investimento com retorno, cabendo lembrar ainda o impacto do não investimento, ou seja, aquilo que se deixa de fazer por medo da violência, como viagens, passeios e compras particulares como um carro ou moto nova, ou uma casa chique... A violência nos empurra para o anonimato.
Quantas famílias podem ter desistido de viajar ao ler sobre a notícia do assalto? Muitas? Poucas? Nenhuma? Só os organizadores e as empresas de ônibus pra responder.
E quanto à figura do ladrão? O que se poderia dizer? Apenas condenar e dizer que ele é o responsável por tudo que já foi descrito até aqui?
O ladrão é tão antigo quanto a história da humanidade, desde quando alguém achou melhor roubar a comida de quem havia se arriscado por ela, do que correr os mesmo riscos pela caça ou frutas, daí a repugnância que se reveste a figura do ladrão, embora se ache esperto, ele é antes de tudo um covarde sem a mesma competência de quem trabalha e luta por seu sustento.
O ladrão de galinhas, não é muito diferente do corrupto, visto que, ambos se apropriam do trabalho e bens alheios, na remota história da humanidade, talvez fossem expulsos da tribo, hoje em dia são vistos como “vitimas” da própria sociedade que eles usurpam.
O motivo pra roubar? Tanto antes como agora, poderia ser a fome, mas, também tanto antes como agora, o sentimento de esperteza, de ter passado alguém pra trás está presente, provavelmente ao saírem do ônibus, deixando pra trás romeiros atônitos e sem ação, se sentiram acima dos “otários” que acabaram de roubar.

Bem, esses “otários” deixarão de fazer algumas coisas daqui pra frente... Quem ganha com isso? Dois assaltantes. Quem perde? TODOS NÓS!

terça-feira, 27 de outubro de 2015

A saúde vai de mal a pior.

Antes de ter um chilique, de se revoltar, de ligar para a Globo, pela demora no atendimento em um Hospital ou posto de saúde:
PARE:
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se a população não para de aumentar e eles não estão dando conta.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se cada vez mais se desvia dinheiro da saúde e com isso acaba faltando de tudo.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se as prefeituras não contratam mais funcionários, e às vezes um atendente precisa cuidar de mais pacientes do que deveria.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se há pacientes em situação mais complicada do que a sua.
 Nem os funcionários, nem você TÊM CULPA, se você ficou doente justamente agora que há tanta gente pra ser atendida.
Os Funcionários não esperam que você acredite nisso... Mas pense:
A maioria dos funcionários trabalha no limite, são pessoas como você, que igualmente vivem estressadas, correndo contra o tempo para atender a todos indistintamente, inclusive pessoas drogadas, agressivas, vitimas de overdose e bandidos feridos, você faria isso? Bem, eles fazem porque faz parte do trabalho deles atender todo mundo.

Que a saúde vai mal, tanto eles como você sabem muito bem disso, por isso, não espere deles o que eles NÃO PODEM fazer, afinal, a culpa não é sua... Nem deles!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Olá pessoal, de volta, novamente!
Passando por alguns Blogs e Sites, resolvi contar uma história fictícia, que pra quem não sabe o que é, é uma história de mentirinha, serve apenas para reflexão, se é que há algo que se aproveite nela, segue ai:
A história de João.
João era um cara metódico, tímido e super organizado, talvez por isso fosse um dos melhores funcionários do escritório, raramente deixava acumular serviço, inclusive sua mesa despertaria inveja até nas mulheres mais exigentes.
Certo dia entra uma nova funcionária na firma, a Sônia, que não demora em perguntar para os demais o porquê de o João ter esse jeito tão fechado, já que se limitava a responder apenas o que lhe fosse perguntado, e ainda assim era quase que apenas “sim” ou “não”.
 - O João até que não é feio, é inteligente, mas é muito fechado, porque ele é assim, aconteceu algo aqui no escritório? Parece que ele não se da bem com ninguém, sai e já vai direto embora, não participa de nenhuma festinha, quase não conversa - perguntava ela a sua supervisora-.
Marcela, a sua supervisora, contou lhe então o que aconteceu:
-Vou contar porque ele não faz questão que saibam o que aconteceu... O João nem sempre foi assim tão fechado, na verdade ele era bem comunicativo até, mas acontecimentos de apenas alguns dias, isso já há alguns anos, mudaram o seu jeito de se relacionar com as pessoas, nada que afete seu trabalho, mas ele se fechou desde então.
-Nossa! Parece grave, o que aconteceu, morreu alguém por causa dele?
-Não chega a tanto, acho que o único morto nessa história foi o João que nós conhecíamos depois de quase ser preso duas vezes numa única semana, e pelo jeito não suportou bem a situação e se fechou.
- Nossa! Nunca me passou pela cabeça que ele tivesse problemas com a lei, tão certinho e organizado, espero que não tenha sido nada grave, mas o que aconteceu?
- Bem... Aconteceu que numa segunda feira, dizem que ele quase foi preso por injúria racial num supermercado, quando comentou com a moça do caixa sobre a situação econômica, e sem más intenções soltou a frase “É... A coisa tá preta, mesmo!”, parece que foi o suficiente para uma moça ao lado começar a esbravejar que ele se referia a ela, que era racista, chamou a polícia e aconteceu a maior confusão como o coitado.
-Coitado, sei... E se falou de propósito mesmo?
-Nada a ver, o João perdeu os Pais muito cedo, e sem parentes próximos, praticamente foi criado por uma pessoa de cor, tenho certeza de que ele jamais seria racista, mas, para complicar, pois, logo depois ele foi acusado de homofobia, por mudar de fila numa lotérica, onde haviam dois homossexuais abraçados, deu confusão de novo!
-Espera ai, esse é um país livre, que eu saiba não há nada de mais em duas pessoas do mesmo sexo se abraçarem numa fila, sinto muito, mas, ele podia ficar quieto onde estava, né!
-Verdade, mas ele disse que não fez por mal nem pretendia ofender os dois, se justificou dizendo que simplesmente mudou de fila por não se sentir a vontade, o que convenhamos, também é um direito dele.
- Na certa mudou de fila e resmungou alguma coisa que ofendeu.
-Pelo que consta, não disse uma palavra, apenas mudou de fila, eu particularmente acho que quiseram se aproveitar dele, devem ter pensado que ele fosse rico e daria alguma indenização, talvez.
-Tá certo que foi muita confusão mesmo, mas isso justifica ele ter esse trauma todo?
-Porque o interesse nele?
-Nada de mais, é que como você sabe, estou fazendo psicologia e achei interessante, um cara que parece ser legal, mas ser tão fechado, quem sabe não me rende uma tese?
-Que tal perguntar diretamente a ele? –Nisso Marcela chamou João e foram todos para sua sala, pois, queria ver como agiria a nova funcionária diante daquela situação, já que Marcela não gostava de fofocas ou assuntos mal resolvidos no trabalho-.
-João, você sabe que a Sonia estuda psicologia e ela quer lhe fazer uma pergunta sobre o que aconteceu com você, pode ser?
-Pode, mas não to pirado não, se é isso que ela pensa.
Visivelmente constrangida, Sônia lhe perguntou:
-Desculpa, não é isso não, mas eu comentava com a Marcela o seu jeito fechado, quase não fala com ninguém, e a Marcela acabou me contando o que aconteceu, daí que eu perguntei a ela, se isso não seria um trauma seu que precisaria ser tratado, você ainda é novo para agir tão fechado assim.
 -Olha Sônia, agradeço a sua preocupação, mas não é trauma, nem piração, é uma escolha que fiz só isso.
-Como assim? Escolheu se fechar pra todo mundo?

 -Na verdade acho que são as pessoas é que escolheram que eu as ignore, ou se ignorarem com o chamado “Politicamente Correto”, se falar alguma coisa, dirão que é racista ou homofóbico, se conversar com alguém aqui no trabalho, vai que dizem que é assédio, melhor ficar quieto não acha?
Bem... Se você leu até aqui e espera um final, sinto muito, o final dessa história fica para você mesmo imaginar e refletir.
Até mais!
Gostou? Não gostou? Envie um comentário.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni – Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP

jkarlosbarbieni@gmail.com

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Voltamos à escravidão.

Olá a todos, Demorei... Só relembrando que ainda não tenho internet (Idade das cavernas em casa!).
Bem... Volto para falar sobre o assunto que vem pipocando, que não é recente, já que outros casos ocorreram e infelizmente outros tantos devem acontecer ainda, que são esses “esquecimentos” de crianças dentro dos carros, ao quais na maioria das vezes, resulta na morte dessas crianças.
Os comentários giram em torno da dificuldade em entender com alguém consegue “esquecer” um filho dentro de um carro, assim sem mais nem menos, como se fosse algo sem importância, sem valor, diferentemente de uma bolsa, um tablet, que sempre se dá uma olhadinha para conferir se ainda está lá, e sempre se lembra de pegar ao sair do carro.
Com perspicácia, muitos lembraram que pessoas que tem crianças pequenas, não deveriam ter insufilme em seus carros, pois, dificulta enxergar alguma criança presa dentro do veículo, bem como aventaram algumas explicações como os problemas no trabalho e a rotina, quase que automática do dia a dia, sem esquecer-se do fato de que muitas crianças ficam em silêncio, talvez dormindo no banco de trás, o que coloca a mente no “automático” (Parece o filme Click), como se a tarefa de deixar a criança na escola, já tivesse sido cumprida.
É claro que uma criança está muito mais propensa a morrer numa situação dessas, mas mesmo um adulto, vitima de um sequestro, por exemplo, que seja amarrado e deixado dentro de um veículo no sol escaldante, pode vir a óbito. (fato assim já aconteceu em nossa região vitimando uma professora)
Não estaria na hora da indústria automobilística participar dessa solução, oferendo veículos preparados para esse tipo de problema?
Mas o que me chamou atenção foi justamente a colocação da rotina como justificativa, ou seja, o modo de vida “automático”, cheio de rotinas e repetições em que vivemos hoje em dia, de onde veio a minha indagação: “Estamos voltando, ou assumindo a condição de sermos escravos?”.  
A maioria de nós já não é mais dono de sua própria vida, tudo o que fazemos está condicionado aos horários e compromissos do dia a dia, que dita se podemos ou não participar de uma festinha, de um passeio, ou até mesmo de um jantar em família, quase sempre estamos atrasados e reclamamos que faltam horas em nosso dia.
Se formos escravos de alguma coisa ou rotina, qual seria o meu ou o seu “senhorio”?
Certamente há escravos do trabalho, que faltam a eventos familiares para poderem cumprir prazos e compromissos de trabalho, outros são escravos da tecnologia, das redes sociais, já não conseguem mais visualizar suas vidas sem esses aparatos, sem mencionar os escravos dos vícios e drogas.
Clamamos tanto por liberdade, tanto que a preferimos, mais que o paraíso, no entanto, chegamos aos dias de hoje escravos de alguma coisa, de algum estilo de vida... E achamos tudo isso normal!
A todos muita Paz, Saúde e Prosperidade em 2015!
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática
Técnico em administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

domingo, 28 de setembro de 2014

Você se acha ignorante?

Olá pessoal, de volta, pra mais um dedo de prosa,
A pergunta é seca, na lata... Você se acha, ou já te tacharam de ignorante?
Presumo que sua primeira reação deva ser de quem não goste muito, nem mesmo de uma pergunta dessas, quanto mais se alguém te chamar de ignorante, mas, passado o primeiro momento, é hora de analisar em primeiro lugar o conceito de ignorante, veja ai:
Ignorante é um adjetivo e substantivo de dois gêneros da língua portuguesa com origem no termo em latim ignorante. Ignorante é uma palavra que caracteriza uma pessoa que ignora, que não tem instrução, que é estúpido, tolo, inepto, imbecil e revela falta de saber, desconhecimento e imperícia
Agora que já temos a definição, a qual não é nada agradável, vem a pergunta do porque de se perguntar uma coisa dessas, qual a utilidade dessa resposta, que penso eu, a grande maioria responderá que não, ou seja, que não se consideram ignorantes, afinal se estão navegando na internet e se dando ao trabalho de ler esse texto, certamente ignorantes não são.
A razão desta pergunta é a eleição, isso mesmo a própria que se aproxima e cuja campanha já está ai na televisão todas as noites para que ao menos algumas vezes, os eleitores assistam, e convenhamos que com as peças raras que se apresentam, pode ser até divertido (Tem gente que acha melhor que programa humorístico).
Bom, vamos ao que interessa... Quem costuma navegar pelos comentários das notícias sobre as eleições, deve ter notado alguns comentários sobre a relação entre as promessas dos candidatos e a ignorância do eleitor, tanto na ignorância pela definição acima, como no ignorante político, que é aquele que mal conhece os candidatos.
As críticas são contundentes, descrevendo que os candidatos se aproveitam dessa tal ignorância do eleitorado fazendo promessas que dificilmente serão cumpridas, ou ainda apostando num jogo psicológico, que se o eleitor escolher o adversário, a coisa vai piorar, os problemas vão continuar e por ai afora.
É certo que todos nós precisamos pesquisar para saber do histórico de vida do candidato que pretendemos escolher, pois serão alguns anos de resultados positivos ou negativos, obtidos pela nossa escolha, assim como também é certo que há candidatos apostando nessa ignorância, ou no mínimo, na nossa apatia em relação às eleições para se eleger.
Quem garante que este ou aquele candidato é o melhor? A resposta correta seria seu passado, suas ações, suas escolhas, seus compromissos assumidos e cumpridos, e também a sua postura diante dos adversários.
Como garantir, se não a melhor, ao menos uma boa escolha?
Assistir ao menos um pouco os programas eleitorais, pesquisar na internet, prestar atenção nos noticiários políticos e econômicos, isso não é perda de tempo, é uma avaliação necessária a um acionista desta grande empresa chamada Brasil, afinal, se um empresário pode saber de nossa vida ao nos contratar, nós temos a obrigação de saber da vida daqueles que vamos contratar também.
Ao longo da campanha, os nomes vão se formando, e acabo me decidindo por este ou aquele candidato, consciente de que posso votar errado por ter avaliado mal as propostas, ou talvez por não ter as opções que gostaria, mas por IGNORÂNCIA não!
Até mais!
Gostou? Não gostou? Comente.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni – Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP
jkarlosbarbieni@gmail.com