quarta-feira, 9 de julho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Tragédia anunciada?
Olá amigos, de volta...Ao ler o título da postagem muitos devem ter pensado que vou escrever sobre a copa e as manifestações prometidas para o período, o que até faria sentido, pois, é bem provável que se as manifestações realmente acontecerem e fugirem ao controle das lideranças, algo de ruim aconteça, mas não é o caso desta postagem.
Não é preciso ir muito longe na memória para trazer a tona casos escabrosos de violência extrema, onde se pergunta (mais uma vez) qual o limite da maldade Humana, se é que podemos nos atribuir algum limite, uma vez que, buscamos exatamente a total liberdade, pena que na maioria das vezes sem a responsabilidade correspondente.
O caso Isabellla Nardoni, dos dois meninos mortos, esquartejados e jogados no lixo depois de serem devolvidos a "família" pelo conselho tutelar em Ribeirão Pires-SP( http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,corpos-de-irmãos-mortos-em-ribeirão-pires-são-enterrados,257594) e tantos outros casos onde pessoas são assassinadas de forma cruel, na frente de crianças, esposas, mães, pais, enfim, sem nenhum sentimento em relação ao que estão fazendo, é preocupante.
Digo preocupante pelo fato de parecer que estamos regredindo nas chamadas "relações Humanas", parece que estamos nos tornando primitivos novamente, deixando de sermos seres sociáveis e com espírito de coletividade.
O senso de propriedade alheia de respeito ao que não lhe pertence e ao próximo como pessoa parece ter sido esquecido, para novamente dar lugar a lei do mais forte, e ainda dizem que estamos evoluindo.
Se o caminho adotado pela sociedade é o do sucesso sem regras, cabe a quem o deseja usar do que tiver nas mãos, e nesse caso as armas adquirem um sentido literal, ou seja, se para alguns as armas são o trabalho, o estudo, a carreira, para outros um trezoitão basta!
Impressiona como a vida tem um valor tão baixo, e não me refiro somente ao baixo valor que bandidos dão, mas a nós mesmos... Que vida tem alguém que se enterra no trabalho, no smartphone, nas drogas e mal conhece a própria família, ou ainda alguém que prefere ver o por do sol de Manhattan pela internet a vê-lo ao vivo da sua janela?
Ah, na minha janela verei poluição, dirão alguns, mas, se não se der ao trabalho de ver, não se dará conta de que precisa fazer algo para melhorar o lugar real onde vive.
Espera ai, você deve estar se perguntando, afinal qual a "tragédia anunciada" do título do post?
A resposta: A falência da Humanidade!
"Que será do mundo quando só sobrarem os maus"?
Não é preciso ir muito longe na memória para trazer a tona casos escabrosos de violência extrema, onde se pergunta (mais uma vez) qual o limite da maldade Humana, se é que podemos nos atribuir algum limite, uma vez que, buscamos exatamente a total liberdade, pena que na maioria das vezes sem a responsabilidade correspondente.
O caso Isabellla Nardoni, dos dois meninos mortos, esquartejados e jogados no lixo depois de serem devolvidos a "família" pelo conselho tutelar em Ribeirão Pires-SP( http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,corpos-de-irmãos-mortos-em-ribeirão-pires-são-enterrados,257594) e tantos outros casos onde pessoas são assassinadas de forma cruel, na frente de crianças, esposas, mães, pais, enfim, sem nenhum sentimento em relação ao que estão fazendo, é preocupante.
Digo preocupante pelo fato de parecer que estamos regredindo nas chamadas "relações Humanas", parece que estamos nos tornando primitivos novamente, deixando de sermos seres sociáveis e com espírito de coletividade.
O senso de propriedade alheia de respeito ao que não lhe pertence e ao próximo como pessoa parece ter sido esquecido, para novamente dar lugar a lei do mais forte, e ainda dizem que estamos evoluindo.
Se o caminho adotado pela sociedade é o do sucesso sem regras, cabe a quem o deseja usar do que tiver nas mãos, e nesse caso as armas adquirem um sentido literal, ou seja, se para alguns as armas são o trabalho, o estudo, a carreira, para outros um trezoitão basta!
Impressiona como a vida tem um valor tão baixo, e não me refiro somente ao baixo valor que bandidos dão, mas a nós mesmos... Que vida tem alguém que se enterra no trabalho, no smartphone, nas drogas e mal conhece a própria família, ou ainda alguém que prefere ver o por do sol de Manhattan pela internet a vê-lo ao vivo da sua janela?
Ah, na minha janela verei poluição, dirão alguns, mas, se não se der ao trabalho de ver, não se dará conta de que precisa fazer algo para melhorar o lugar real onde vive.
Espera ai, você deve estar se perguntando, afinal qual a "tragédia anunciada" do título do post?
A resposta: A falência da Humanidade!
"Que será do mundo quando só sobrarem os maus"?
domingo, 13 de abril de 2014
Maioridade Penal, ela é justa assim como está?
Olá a
todos, atento aos textos publicados pelo site e de volta, mas dessa vez para
novamente postar um texto escrito em abril de 2013, há quase um ano, portanto, sem
qualquer alteração, mas que parece escrito agora, num momento em que o senado
reprova a redução da maioridade penal. Releia!
Novamente
vimos vir à baila a discussão sobre a Maioridade Penal, fato que sempre se
repete após alguma notícia de âmbito nacional envolvendo alguma ação criminosa
mais grave patrocinada por um menor de 18 anos.
É difícil
analisar as pessoas, pois podemos encontrar pessoas com 14 anos mais
organizadas do que muito marmanjo, e a diferenciação entre ter ou não ter
consciência DO QUE e PORQUE se faz algo é muito relativa, e por isso mesmo
penso que estipular uma data como sendo um divisor de águas, entre ter e não
ter responsabilidade é complicado.
Se um
adolescente de 17 anos mata alguém numa segunda feira, não será tratado como
assassino frio e cruel, pois ainda é “menor”, mas se o fizer na manhã seguinte,
após ter completado 18 anos, terá um tratamento diferente.
Como
aceitar e entender que após o último segundo do dia anterior, um jovem
milagrosamente passe a ter consciência de seus atos? Não me parece lógico, e a
tantas pessoas também não, atribuir a esse segundo de vida tanta diferença para
fins de analise das atitudes de uma pessoa.
O parâmetro
da idade é necessário para fins de emancipação legal, estabelecendo um conceito
único, que não seja julgado ao bel prazer das conveniências e interesses, ou poderíamos ver alguma criança ser
considerada apta e capaz apenas por sua popularidade ou poder financeiro, por
exemplo.
Porém, a
psicologia tem como responder se alguém tem ou não capacidade e discernimento
sobre seus atos, deixando claro que a idade não é o único, não é o melhor e
muito menos o mais eficiente meio de se apreciar a sanidade e capacidade de
alguém.
Fala-se
muito na redução da maioridade penal, e os que são contra logo dizem que é uma
ilusão achar que com isso vamos ver os crimes diminuírem, até concordo, mas
deixá-los impunes faz o contrário, ajuda a aumentar a criminalidade.
Talvez o
correto não seja diminuir, mas acabar com a maioridade penal, a fim de que
todos indistintamente, respondam pelo que fizerem nas circunstâncias em que fizeram
analisando o fato, o motivo, a intenção e o resultado produzido, sendo a idade
apenas mais um fator a ser analisado, e nada mais que isso.
Se a
constituição diz no seu artigo 5º que somos todos iguais perante a lei, das
duas uma, ou a lei me dá o mesmos direitos e regalias que eles (Menores), ou
retira deles os direitos e regalias que não tenho.
A todos,
muita paz, saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro-
Técnico em informática
Técnico em
administração na Etec “João Maria
Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com
quarta-feira, 12 de março de 2014
Maconha, de novo o assunto da vez!
Olá a
todos, de volta...
A bola da
vez para comentar é a liberação do uso da maconha no Uruguai, a liberação em alguns estados americanos, criticada por
muitos e que demonstra o quão difícil é lidar com as Drogas, cujo consumo não
para de crescer apesar de tantas campanhas e tantas informações a respeito dos
seus males.
Dentre
aqueles que comemoram a liberação, não vi nenhuma família ou familiar de
viciado, vi apenas aqueles que talvez pensem em usar ou já usam, aqueles que
acham a maconha inofensiva (?), e aqueles que não encontram outras saídas para
combater o tráfico e uso das drogas.
Jogar a
toalha, desistir nunca foi uma opção a ser considerada para quem pretende algo
melhor para sua vida e de seus filhos, muito pelo contrário, os que são contra
a liberalização da maconha apostam não na repressão, mas na educação, no
conhecimento sobre as drogas como forma de combatê-las.
O Uruguai
segue na contramão dos fatos que mostram que na Holanda, onde se usa drogas
livremente a muito tempo, já se cogita rever tal posição, uma vez que ao longo
do tempo de uso liberado, se observou o surgimento de uma geração menos
produtiva, menos consciente.
O
resultado dessa experiência Uruguaia se verá no futuro onde seus impactos sobre
a juventude, sobre o tráfico, sobre os gastos com recuperação de drogados,
sobre os custos sociais e econômicos que certamente virão é que mostrarão ao
mundo se estavam certos ou errados.
Se o
cigarro e o álcool abrem as portas para as drogas, a maconha (liberada) leva a
esse mundo, onde invariavelmente seus usuários se tornarão escravos da droga
que escolherem usar, quem duvida disso que tente parar e nunca mais usar... Não
vai conseguir sair tão fácil como entrou.
Para quem
nunca usou, o conselho é nem experimentar, mas nem de curiosidade, já que o
poder de vício das drogas é comprovado, se usa e quer parar, segue uma lista de
sites e onde procurar ajuda em Itapira mesmo, fornecida pela palestrante sobre
drogas na Etec, Silvia Oliveira (mhadassa@hotmail.com).
INCA – Disque Saúde Pare
de Fumar 0800 61 1997
•Centro de Atenção
Psicossocial CAPS ad "RAINERI BAIOCHI"
(19) 3813-2327
•Missão Saída – Modelo
Terapêutico Cristão Caminhada com Deus
Homens de 18 a 50 anos
Boa sorte, sucesso!
A todos,
muita Paz, Saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro-
Técnico em informática
Técnico em
administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Já Perguntou ao Google Hoje?
Olá a
todos, de volta novamente.
Não é
difícil encontrar na internet textos, charges e até piadas sobre as mudanças
que a internet trouxe para nossas vidas, e olhe que nem é preciso mencionar as
facilidades de compra e relacionamento.
A
internet trouxe aos seus usuários algo que somente grandes personalidades e
jornalistas podiam fazer, ou seja, o direito de se expressar, de opinar sobre
os fatos do dia a dia ou sobre algum assunto em especial, bastando uma rápida busca
para perceber que há sites e Blogues sobre qualquer assunto.
Tudo isso
vivenciado nos comentários, nos blogues e nas redes sociais, onde aparentemente
se compete para ver quem tem mais “seguidores”, muito embora se conheça muito
pouco deles, afinal acreditar cegamente num perfil, numa foto postada como
sendo da pessoa, chega a ser ingenuidade.
Porém,
essa facilidade de comunicação e acesso à informação trouxe consigo o fim da necessidade
de se aprender, de reter a informação como aprendizado para uso futuro, uma vez
que se for novamente necessário pesquisar algo, basta digitar novamente e
pronto, lá estará a resposta procurada, sem nenhum esforço.
Ainda não
entendeu? É simples, responda rápido alguma dessas perguntas... Qual o telefone
de sua Mãe, Namorado (a), qual é a placa de seu carro ou o que significa “Anti-Histamínico”?
É claro
que nem todo mundo tem facilidade para decorar números, e ninguém exceto
médicos e farmacêuticos tem obrigação de saber o que é um anti-histamínico, que
é a denominação de remédios contra sintomas de alergia.
O ponto
central não é saber ou não saber, mas a disseminação da informação de forma
indiscriminada, e às vezes sem critérios de avaliação de que seja verdadeiro ou
não, que nesse caso é o grande perigo, já que nos acostumamos tanto a acessar a
informação que não nos damos ao trabalho de checá-la.
Se por um
motivo qualquer a agenda do celular embaralhasse os números e contatos, seria
um Deus nos acuda para se lembrar dos números mais importantes, bem como essa
facilidade de acesso tiraram de Professores, Médicos e outros a exclusividade
do saber, serão substituídos? É claro que Não!
Hoje em
dia é cada vez mais comum vermos alunos acharem que aprendem mais na internet,
do que em salas de aula, e pacientes que antes de irem ao médico já tenham
feito uma boa pesquisa sobre aquilo que “acham” ter, colocando-se a frente de um
médico, descrevendo o problema e a solução, só faltando prescrever e assinar a
receita.
Novos
tempos e uma nova realidade onde profissionais de toda sorte se vêem diante
dessa grande concorrente, e antes que achem que esse texto tenha a pretensão de
enaltecer a internet, acho que nada substitui o calor Humano da presença
física, a verdade na entonação de voz e no olhar de quem nos responde algo.
Só pra
terminar... Se você é pai, quando foi a última vez que seu filho lhe perguntou
algo ao invés de perguntar ao Google? Ah sim, não precisa pesquisar nada, segue
aí a descrição de anti-histamínico da Wikipédia.
“Um
antagonista de histamina (Também chamado de anti-histamínico) é uma droga
farmacêutica que inibe a ação da histamina, bloqueando a sua ligação aos
receptores de histamina, ou a inibição da atividade enzimática da histidina
descarboxilase, catalisando a transformação de histidina em histamina (Anti-Histamínicos
Atípicos). É normalmente utilizado para o alívio de alergias provocadas pela
intolerância de proteínas”
(Fácil não?
Se duvida, é só digitar pra conferir ou faça melhor ainda, pergunte ao seu
médico ou farmacêutico de confiança)
A todos, Paz,
Saúde e Prosperidade em 2014!
José Carlos Barbieni – Serralheiro-
Técnico em informática
Técnico em
administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Drogas: O Usuário
Olá a
todos, de volta e obrigado pela paciência em ler esses artigos sobre as drogas,
espero estar ajudando e hoje escrevo sobre o usuário.
Antes de
mais nada, é bom lembrar que não sou especialista no assunto, e muito menos
dono da verdade, minha intenção é colaborar para que mais pessoas possam
entender e refletir sobre o assunto.
Quase
todos nós somos usuários de alguma droga lícita ao menos, já que álcool,
cigarro e remédios são considerados drogas também, e algum dia acabamos usando alguma
delas, ou você conhece alguém que não fume, nunca tenha bebido (nem cerveja), e
que aos 80 anos não precise de nenhum remédio?
Quem é
fumante, sabe como é difícil ficar sem cigarro, e não raras vezes vemos pessoas
que após terminar um, já acendem outro, essas pessoas enfrentam dificuldades em
abster-se do cigarro no trabalho, e numa internação hospitalar então, ficam
desesperadas, quem não teve um parente fumante, que não pediu pra levar cigarro
escondido para ele? Isso evidencia o quanto o tabaco vicia.
Dentre os
usuários de álcool há diferentes graus de dependência, desde aqueles que bebem
somente em festas e fim de semana, e mesmo assim uns bebem moderadamente e
outros exageram, passando pelos que não abrem mão da passadinha no bar após o
trabalho para um “rabo de galo”, alguns vão embora inteiros enquanto que outros
vão “trançando as pernas”.
São muitos
os que bebem bastante e nem por isso causam problemas à família ou a quem quer
que seja, mas também há os que fazem do álcool parte de seu dia a dia, e sem perceber
se tornam alcoólatras, dependentes químicos, já não conseguem mais tocar suas
vidas sem o álcool; Perder emprego, família, a dignidade e a saúde são só
alguns dos males do alcoolismo.
Há alguns
anos eu já conheci um caminhoneiro que jurava de pés juntos dirigir melhor
depois de tomar “umas” do que sóbrio, será que os tantos caminhoneiros que se
envolveram em acidentes, em que comprovadamente estavam embriagados também
pensavam assim?
Quanto aos
usuários das drogas ilícitas, como a maconha, crack, cocaína, esctasy e outras,
também há os que usam mais e os que usam menos, e excetuando se a maconha,
sobre a qual ainda não há consenso sobre seu poder de tornar alguém dependente,
as outras são fortes e leva o usuário à dependência, principalmente o crack.
Muitas
vezes nem mesmo o usuário sabe ao certo o que o levou a tornar-se um viciado,
dizer que foi por influencia de amigos? Curiosidade? Eles costumam dizer que
pode até ser, mas a decisão final de experimentar ou não foi exclusivamente
deles, eles sempre deixam claro que cada viciado sabia muito bem o que estava
fazendo quando quis entrar nessa.
Relembrando
o final do primeiro post sobre drogas:
O que
acontece quando uma adolescente experimenta alguma droga, seja lícita ou não?
Nada! Isso mesmo, nada... O mundo não acabou e ele não fez mal a ninguém, como
convencê-lo de que entrou numa roubada, se para ele, ele não fez nada de
errado?
Como
convencer alguém que o cigarro faz mal, se outro dia uma reportagem na
televisão mostrou uma senhora de 90 anos, fumante desde os 13 anos e
completamente lúcida e com saúde melhor que a minha? -Diga-se de passagem-
Qualquer
usuário nunca se verá como um viciado, sempre dirá que os “zumbis” das
cracolândias da vida só ficaram assim por serem fracos, não terem dominado o
uso, todo usuário sem exceção, acha que conseguirá parar a hora que quiser.
Tal qual
um obeso (talvez eu) que vive arrumando desculpas para não iniciar um regime e
não vê problema algum nos quilinhos a mais, também o usuário não vê motivos
práticos para deixar de usar a droga, afinal o barato, o clima e as pessoas na
hora do uso não demonstram haver algo de errado nisso, se fosse legalizada...
Que mal estaria fazendo?
O mal que
as drogas causam não é pra amanhã ou pra um ano, leva mais tempo e a alteração
da percepção da realidade que cerca o usuário, não permite que ele perceba o
quanto está andando pra trás, quem vê isso? A família e os amigos que aos
poucos vão se distanciando.
Nunca se
discutiu tanto sobre as drogas como agora, bem como volta e meia vemos
depoimentos de dependentes internados em clínicas de recuperação falando sobre
a destruição que as drogas causaram em suas vidas e a batalha para se livrar do
vício, mesmo com tudo isso... O consumo só aumenta.
Apoio
familiar e informação fazem parte do que um dependente químico precisa para
virar essa página errada de sua vida.
A todos,
muita paz, saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática e
cursando técnico em administração
Pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Olá a todos, de volta com a continuidade do assunto
Drogas e escrevendo sobre a própria.
No final do texto anterior escrevi sobre a aparente
discrepância de tratamento que a lei dá em relação ao álcool e as drogas, onde
o álcool tem venda quase totalmente livre, mas tem restrições de uso como a lei
seca e proibição de venda a menores, enquanto isso, embora seja terminantemente
proibido vender drogas, basta declarar-se usuário, portar pequena quantidade
para que nada aconteça ao portador.
Escrever sobre as drogas propriamente dita é chover
no molhado, já que tanto se fala e escreve sobre o assunto, bem como parece
unânime que o álcool e o cigarro sejam as portas de entrada para as drogas mais
pesadas, já que dificilmente veremos um usuário de maconha, crack ou cocaína que
não tenha passado antes pelo tabaco e o álcool.
Quem fuma cigarro de tabaco, sabe muito bem como é
difícil deixar o vício, e é bem provável que quase 100 % das pessoas que
tiveram a curiosidade de fumar acabaram não largando mais , porém, se o índice
de pessoas que experimentaram e viciaram é alto, o tabaco não causa alterações
de comportamento, ou seja, ninguém fica violento ou fere alguém por ter fumado
um cigarro de tabaco, o maior
prejudicado é o próprio usuário.
De ruim mesmo para os outros, só se o fumante deixar
de respeitar quem não fuma, pois para quem não fuma o cheiro não é dos melhores
e a fumaça não agrada nada.
Já com relação ao álcool a realidade é bem
diferente, Pois quase 100 % da população tiveram ou tem acesso fácil a algum
tipo de bebida alcoólica, mas nem por isso temos um percentual altíssimo de
alcoólatras na sociedade, o que me leva a crer que o álcool não vicia tanto
assim.
Mesmo que seja verdade que o álcool não seja tão
viciante, seus resultados são péssimos, e vão desde a desagregação e violência
familiar, brigas de bar, acidentes e mortes no trânsito, sendo muito comum
ouvirmos alguém “justificar” seu ato dizendo que estava de cabeça cheia.
Nesse contexto, temos de um lado uma droga que
vicia, mas não causa maiores problemas a sociedade, o maior prejudicado é o
próprio fumante, e de outro uma droga socialmente aceita que aparenta não
viciar tanto, mas com efeitos maléficos para todos, e não somente para quem
bebe demais.
Já as drogas
mais pesadas como a maconha, o crack e a cocaína, parecem ser a soma de tudo o
que há de ruim nas duas drogas aceitas na sociedade, exceto pela maconha que
ainda não se tem certeza se ela vicia ou não, o crack e a cocaína com certeza
viciam e destroem pessoas, segue uma breve descrição dos efeitos da maconha:
Depois de consumir a Cannabis, o usuário pode
apresentar alguns efeitos físicos de curto e longo prazo, como memória
prejudicada, confusão de tempo entre passado, presente e futuro, sentidos
aguçados, pouco equilíbrio e força muscular com perda da coordenação, aumento
dos batimentos cardíacos, percepção distorcida, ansiedade, olhos avermelhados
devido a dilatação dos vasos sanguíneos oculares, secura na boca e com o tempo
terá dificuldade com pensamentos e solução de problemas, e ainda estão
susceptíveis as mesmas doenças que acometem os fumantes de tabaco como asma,
enfisema pulmonar e câncer.
Fonte: Site
brasilescola.com
Sabendo-se que uma das
coisas mais importantes para o ser Humano é a liberdade, vale a pena jogá-la
fora se tornando escravo de uma dessas drogas?
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”-
Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com
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