domingo, 7 de abril de 2013

Quem disse que Você vai preso "Muleque"?


Olá a todos, de volta, para juntos pensarmos mais um pouco.
Antes de mais nada, lembre-se: Não tenho pretensão de ser melhor que você, que se dá ao trabalho de ler o que escrevo e com certeza você sabe muito mais da vida que eu;  Vou contar uma história fictícia, onde mais uma vez nomes e fatos não são reais, e que serve apenas para refletir que nem tudo é como se espera, então vamos a historinha.
Joãozinho é um garoto pobre como tantos, apesar das dificuldades da família, tinha seus sonhos e mais que isso, ele os desejava, queria muito ter todas as coisas que os outros tinham.
 Isso pode ser um problema em qualquer classe social, pois crianças ou pessoas que não sabem lidar com aquilo “que não tem”, farão qualquer coisa para ter, e foi quando surgiu ao nosso garoto a possibilidade de ganhar muito dinheiro fazendo algumas “entregas” para um suposto amigo.
Logo de cara argumentou com o que os pais haviam lhe dito: Quem faz coisa errada, vai preso!
QUEM DISSE QUE “CÊ” VAI PRESO MULEQUE?  É DE MENOR, NÃO DÁ NADA NÃO!!, DÁ É MUITA GRANA “CÊ” VAI VÊ SÓ!! Retrucou o sujeito.
Não demorou muito para o Joãozinho realmente ver muito dinheiro nas mãos, aliado a certo ar de poder e sentimento de ser valorizado, pois passado algum tempo, já não era mais um simples entregador, agora tomava conta do dinheiro que entrava no ponto.
Chegou a ser preso, passou algum tempo numa instituição, e realmente achava que por ser menor, podia tudo, a lei ajudava, acreditava que se fosse preso outras vezes, a justiça iria soltá-lo.
 Se a história do Joãozinho é esta, paralelamente há a história de policiais que vivem prendendo os “Joãozinhos” da vida, os “De Menor”, sendo que muitos têm comportamento bastante violento e porte físico avantajado, onde é praticamente impossível chamá-los de crianças.
A lei é para ser cumprida, e caberia a eles (policiais) obrigação ainda maior de cumpri-la, mas o sentimento de impotência e a revolta ao ver tantos elementos perigosos serem libertados por força da idade e da lei, se desviaram de seus preceitos de conduta.
Pra encurtar a história, eis que numa noite dessas, Joãozinho da o azar de ser preso justamente por esses policiais, e vai logo dizendo em tom provocativo: - Sou “De menor” velho, pode me levar que amanhã to na rua de novo!!!
Porém se vê sem ação quando ouve:
“QUEM DISSE QUE “CÊ” VAI PRESO MULEQUE?
“De tanto nada poder fazer, o ser Humano acaba fazendo alguma coisa”

Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
Cursando Técnico em Administração
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Bento XVI e São Malaquias, veja!


Olá a todos, retornando e como todos.. Surpreso com o anúncio de renúncia do Papa Bento XVI.
Vamos ao texto de hoje que talvez tenha algo a ver com a renúncia do Papa, é o seguinte... O mundo não acabou em 21 de dezembro do ano passado, muito embora devido à violência, roubalheira generalizada e a visível falta de valores éticos e morais na sociedade, muitos torciam para tudo acabar mesmo, mas o fato é que não acabou!
Se você é um daqueles que construiu abrigo, barraquinha ou procurou lugares sagrados, Fique atento, pois entre verdades e superstições, ainda há o que temer (será???), e como seguro morre de velho, ou junto com o mundo, é bom não abusar.
É claro que o nosso planeta irá se extinguir, mas como isso só se dará daqui a milhões (ou bilhões) de anos, não precisamos nos preocupar com esse fim do mundo, Pois é certo que até lá, até mesmo a raça humana não estará mais aqui, seja por sair desse planeta ou por nossa extinção mesmo (O que é mais provável).
Dentre as prováveis verdades, o aquecimento global, a escassez de alimentos e até mesmo guerras figuram entre as probabilidades bem reais, já que a população não para de crescer e convenhamos, estamos desaprendendo a viver em comunidade, mas se você é daqueles que gosta de coisas tipo previsões apocalípticas veja só algumas:
Algumas interpretações do “Profeta Gabriel” atribuem-lhe que ele teria dito que o fim dos tempos se daria por volta de 2017, e somente os membros do culto da irmandade da espada de Deus sobreviveriam.
O ano de 2033 é visto como uma data importante, já que conta exatos 2000 anos da crucificação de Jesus.
Há relatos na Bíblia sobre a ressurreição dos mortos no fim dos dias da humanidade na terra, e é claro que todos se perguntam como pode todos os mortos ressuscitar, como seria? Bem... Aí começa uma conta impressionante, onde aparentemente se somarmos todas as pessoas que JÁ VIVERAM neste mundo, o resultado vai ser muito próximo da soma das pessoas VIVAS HOJE, ou seja, os “mortos” já voltaram a viver!
Só falta o julgamento final!!!
 E agora a profecia de São Malaquias, que segundo a lenda teria profetizado em 1.143 DC, que haveria apenas mais 112 Papas antes do fim do mundo, e o Papa bento XVI, (ainda) é o de número 111, portanto, o próximo Papa poderia ser o último dessa era e diz ainda que ele usaria o nome de “Pedro de Roma”.
Ainda sobre São Malaquias, consta que ele teria dito muito de antes de morrer, o dia exato de sua morte a São Bernardo na Abadia de Crairvaux.
E aí, com a renúncia de Bento XVI, começou a se preocupar? E se acabasse mesmo e você se visse diante do Criador, já pensou no que dizer a ele?
Imagine que ele lhe faça três perguntas e pense nas respostas:
1ª- Enquanto viveu na terra, A QUEM SERVIU? Ao Bem ou ao Mal?
2ª-Por ter vivido na terra tantos anos, QUE TRAZ PARA MIM DE LÁ?
3ª- Diante das duas respostas, O QUE VOCÊ MERECE?

A todos, muita paz, saúde e Prosperidade! Antes que o mundo acabe (De novo!).
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática e Cursando
Técnico em administração  na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mais sobre o tempo, que não pára.


Olá a todos, com tempo bem curto, estou de volta!
E por falar em tempo curto, quantas pessoas já não comentaram com você que o tempo parece “voar”, que parece estar passando mais rápido, afinal já estamos em fevereiro, e logo teremos dia das mães  festas juninas, e quando nos dermos conta... Já é fim de mais um ano de novo!
Existem teorias sobre o assunto, algumas bastante criativas e outras mais críveis, bem mais próximas da realidade, leiam e decidam em qual acreditar.
Alguns cientistas acreditam que após sucessivos terremotos submarinos nas últimas décadas, sendo alguns de grande porte, que causaram inclusive os tsunamis da indonésia e Japão, teriam acelerado a velocidade da “inversão dos pólos”, fazendo com que o campo magnético da terra sofresse alterações e por conseqüência, uma pequena redução na rotação do planeta causando mudanças na nossa percepção de tempo.
É fato, os pólos estão sim se movimentando, e o tsunami de 2004, que vitimou mais de 230.000 pessoas, principalmente na Indonésia, pode ter causado um movimento nos pólos da terra da ordem de 2,5 cm, o que parece pouco, mas nunca se sabe diante do fato de que realmente os pólos já foram invertidos.
Outra teoria, mais realista sugere que tudo não passa de imaginação mesmo, partindo do fato que geralmente são as pessoas de mais idade que  “acham” que o tempo está passando mais depressa eles explicam:
Nosso cérebro aprende por repetição, memorização e comparação com o que vimos e estamos vendo, não entendeu? Calma, é o seguinte, quando aprendemos a andar de bicicleta, nosso cérebro “memoriza” as tarefas necessárias para andar de bicicleta, e dali em diante, toda vez que formos andar de bicicleta, as informações já memorizadas serão postas em uso, mesmo que seja outro modelo de bicicleta, nosso cérebro vai comparar o que foi aprendido com as necessidades do momento, e não teremos dificuldade nenhuma.
Tal qual o que acontece com o aprendizado das tarefas, nosso cérebro age desta forma também para os fatos que nos cercam, memorizando o seu acontecimento, e se esses fatos se repetirem, passamos a fazê-los de forma automática semelhante a andar de bicicleta, veja um exemplo: De tanto executar as tarefas de fechar a casa à noite, sempre do mesmo jeito, as vezes não ocorre de já estar na cama e ficar na dúvida se alguma coisa deixou de ser feita? E assim acontece também com outras tarefas do dia a dia, se forem repetitivas.
Pois bem, se pensarmos um pouco, veremos que o passar do ano se da com referências como o primeiro dia do ano, carnaval, semana santa, Dia das Mães, festas juninas, independência, aniversários, feriados de novembro e pronto, já estamos no fim do ano de novo! Com o passar dos anos de vida, nosso cérebro vai “gravando” essas referências e o que acontece nesse intervalo de tempo quase não é lembrado, só pra testar, você se lembra de uma notícia da semana passada, ou qual foi o tema do meu texto anterior?
Por estarmos passando nossos anos de forma repetitiva e rotineira passamos a dar mais atenção aos fatos de referência, e vivemos o restante “tocando o barco” como se diz, daí o porquê de se achar que o tempo está passando mais depressa, mas não podemos nos esquecer que o aumento das atividades, da correria do dia a dia também faz com que nem prestemos atenção no passar do tempo, convenhamos... Não dá tempo de ver o tempo passar!
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Você tem sorte?


Olá a todos, de volta com mais um texto, por enquanto semanal.
Sorte?? Sorte de quem tem!
Você se considera uma pessoa de sorte? Talvez alguns respondam que sim, por ter um bom emprego, uma boa família, carro, etc. Mas primeiro vamos tentar analisar o que é SORTE.
Para algumas pessoas, ter sorte é estar no lugar certo e na hora certa, aproveitar aquela oportunidade que surgiu, conseguir encontrar dinheiro perdido, ganhar várias vezes em loterias, bingos e por aí vai, cada um terá sua concepção de sorte.
Nem tudo se resume a sorte, já que algumas vezes de nada adiantará estar lá se não estiver preparado para a oportunidade ou chance que lhe foi aberta, geralmente quem tem um bom emprego estava preparado para a vaga, quem tem uma boa família, usou critérios mais exigentes para escolha do Parceiro (a), bem como aqueles pais que tem filhos mais educados, certamente participam mais da vida deles.
Muitas das coisas boas que nos acontecem, são resultados de nossas próprias escolhas e atitudes, e se houve alguma sorte, foi ter pensado bem antes.
Há também fatos que são obra do acaso, ou seja, ganhos e benefícios que não se repetem, e tais fatos são raros em nossas vidas, até mesmo ganhar numa loteria uma vez na vida (que certamente poderia valer pelo resto dela!) pode muito mais ser creditado ao acaso que a sorte, ora, os números serão sorteados, e o ganhador será aquele que apostar nos números coincidentes com o sorteio, e há ainda a possibilidade de ninguém ganhar, é pura matemática e probabilidade nada mais.
Na internet é possível encontrar programas que simulam apostas com seus números  preferidos, e fornecem a relação de sorteios em que você ganharia algum prêmio, desde a criação do jogo até o sorteio atual, vale a pena ver!
Pelo grande número de apostas nos mais variados tipo de jogos disponíveis hoje nas casas lotéricas entende-se que as pessoas acreditam muito mais na sorte que no trabalho como instrumento para mudar de vida, o que não deixa de ser uma constatação lógica, já que muitos trabalham a vida inteira, e mal conseguem sobreviver e pagar suas contas.
Infelizmente vivemos num país que apesar de ter um povo trabalhador, não valoriza adequadamente tanto o trabalho, quanto o próprio trabalhador, a começar pelo famigerado imposto retido na fonte, que obriga o trabalhador a dividir o resultado de seu suor com o estado.
E temos ainda, a “esperteza”, que é vista como qualidade necessária para se conseguir alcançar os objetivos. Seja qual for seu trabalho, orgulhe-se dele, só quem trabalha sabe valorizar o que tem, e o que não tem também.
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

domingo, 27 de janeiro de 2013

Os custos do Brasil


Olá a todos, de volta com mais um texto para reflexão, talvez parecido com outros, mas o que fazer se os problemas não mudam?
Custos do Brasil.
Quando se fala em custos do Brasil, logo pensamos nos altos impostos, burocracia e tal. Mas há custos que raramente são discutidos ou encarados como custos que acabam por gerar prejuízos à sociedade, como a violência, o uso de drogas, baixo grau de escolaridade, influência política e outros.
A violência é um dos custos mais ignorados como “custo” COLETIVO, porém um dos mais sentidos por toda a sociedade, basta analisarmos, por exemplo, quanto uma empresa deixa de investir em produção para gastar com segurança, ou ainda quantos empresários  mudam suas empresas de lugar buscando mais segurança, tanto para sua empresa, quanto para si próprio,  e claro, tudo isso gera desemprego, ou no mínimo não gera novos postos de trabalho.
O uso de drogas ilícitas também figura como um custo para a sociedade, seja através do gasto individual de cada usuário, que não raras vezes dilapida seu patrimônio no vício, ou no resultado de atitudes que volta e meia aparecem nos noticiários e ainda, quantas pessoas não perdem oportunidades de emprego por não conseguirem se livrar do vício.
Talvez você me pergunte o porquê de ter citado o uso e não o tráfico; É simples, acho que só existe o traficante por haver usuários dispostos a comprar o que ele vende. E quando acontecem as chamadas “Marcha da Maconha”, pedindo a descriminalização da droga, não me lembro de ter visto entre eles, familiares de viciados para darem seu testemunho do quanto sofre uma família que tenha um viciado em seu lar.
O custo político é o mais alto do mundo, e se já não bastasse nos custarem caro, deixam muito a desejar em termos de competência; Quanto não poderia ser feito se o dinheiro público fosse bem administrado? É muito político e pouca solução!
Os investimentos em educação parecem não surtir resultado, o Estado diz que investe, mas basta uma olhada em provas do Enem, comentários da internet e currículos para vermos que há algo de errado, a formação das pessoas, o grau de informação da grande maioria e a qualificação profissional ainda deficiente, impede o crescimento individual do Brasileiro.
O custo trabalhista é um capítulo à parte, é uma conta difícil de fechar, são muitas as vozes que alertam para o atraso da legislação trabalhista Brasileira, que poderíamos ter melhores condições tanto para trabalhadores quanto para as empresas, o trabalhador precisa da empresa, a empresa precisa da mão de obra, e colocá-los como inimigos não têm ajudado muito. Mais cedo ou mais tarde será necessário entender que é preciso fazer com que as duas partes ganhem, ou as duas vão acabar perdendo.
Sem emprego não há renda, sem renda (adequada) não há consumo, sem consumo não há vendas, sem vendas não há lucro, sem lucro não há empresas e sem empresas não haverá emprego.
Talvez o maior custo mesmo seja a falta de bom senso.
Pense nisso!
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Salários no Serviço Público


Olá a todos, de volta com mais um texto para reflexão. Vamos começar com algumas perguntas!
Quanto você ganha? Um salário, dois salários? Se estiver desempregado está ganhando nada!
Você acha que ganha pouco ou gasta mais do que ganha? Talvez as duas coisas!
Quanto você acha que deveria ser o maior salário na sua cidade, no estado, no Brasil?
Quando se trata da iniciativa privada, cada um ganha o que a fonte pagadora acha que aquela pessoa vale, sendo assim, até se justifica técnico de futebol ganhar mais de 400 mil, jogadores, artistas e executivos ganhando altos valores, afinal se alguém ou um grupo se dispõe a pagar altas cifras, deve saber, ou imaginar que o investimento vale a pena.
Mas... E quando tratamos do funcionário público, que no caso a fonte pagadora somos todos nós, através dos impostos? Nunca somos consultados sobre os valores que estaríamos dispostos a pagar pelo seu trabalho, na verdade o salário do funcionalismo em geral, é uma parafernália de leis, onde dificilmente se consegue descobrir quanto o funcionário, principalmente o mais “graúdo” acaba realmente levando pra casa.
Preocupa-me o salário dos mais humildes? É claro que não, na sua maioria ganham o mínimo ou pouco mais que isso, para agüentarem sol escaldante, péssimas condições de trabalho e chefes indicados politicamente, que não raras vezes são totalmente despreparados pra comandar pessoas.
O que me preocupa é a legislação que rege o funcionalismo público, que deveria ser mais clara, a fim de que o funcionário seja melhor remunerado sim, mas levando-se em conta a relação Função, Salário , Responsabilidade, Experiência.
Antes de discordar, reflita sobre alguns salários no funcionalismo, sim porque quem recebe salário pago com dinheiro de impostos, é funcionário Público.
No tribunal de Justiça do Distrito federal, 76 funcionários ganham mais de 100 mil ao Mês, um encanador ganhando 11 mil, na câmara de São Paulo um operador de fotocopiadora ganha mais de 7 mil, isso sem falar nos salários pagos aos funcionários da câmara e do senado.
Como explicar ao povo que algumas pessoas têm direito a “Vantagens Adicionais” ou “Direitos Adicionais”? O que vem a ser isso? Se não for privilégio, não sei o que é.
Para um País que se diz democrático, a Lei da Transparência veio em boa hora, para sabermos quem realmente tem razões de sobra para reclamar de ser Funcionário Público e quem está apenas fazendo tipo e vontades de sindicatos.
Quem sabe cortando um pouco esses absurdos, sobre mais dinheiro para melhorar salários dos professores, dos profissionais da saúde, dos Braçais, e pra investir em melhorias para a população também
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com