Olá a
todos, com tempo bem curto, estou de volta!
E por
falar em tempo curto, quantas pessoas já não comentaram com você que o tempo
parece “voar”, que parece estar passando mais rápido, afinal já estamos em fevereiro, e logo teremos dia das mães festas juninas, e quando nos dermos
conta... Já é fim de mais um ano de novo!
Existem
teorias sobre o assunto, algumas bastante criativas e outras mais críveis, bem
mais próximas da realidade, leiam e decidam em qual acreditar.
Alguns
cientistas acreditam que após sucessivos terremotos submarinos nas últimas
décadas, sendo alguns de grande porte, que causaram inclusive os tsunamis da
indonésia e Japão, teriam acelerado a velocidade da “inversão dos pólos”,
fazendo com que o campo magnético da terra sofresse alterações e por
conseqüência, uma pequena redução na rotação do planeta causando mudanças na
nossa percepção de tempo.
É
fato, os pólos estão sim se movimentando, e o tsunami de 2004, que vitimou mais
de 230.000 pessoas, principalmente na Indonésia, pode ter causado um movimento
nos pólos da terra da ordem de 2,5 cm, o que parece pouco, mas nunca se sabe
diante do fato de que realmente os pólos já foram invertidos.
Outra
teoria, mais realista sugere que tudo não passa de imaginação mesmo, partindo
do fato que geralmente são as pessoas de mais idade que “acham” que o tempo está passando mais
depressa eles explicam:
Nosso
cérebro aprende por repetição, memorização e comparação com o que vimos e
estamos vendo, não entendeu? Calma, é o seguinte, quando aprendemos a andar de
bicicleta, nosso cérebro “memoriza” as tarefas necessárias para andar de
bicicleta, e dali em diante, toda vez que formos andar de bicicleta, as
informações já memorizadas serão postas em uso, mesmo que seja outro modelo de
bicicleta, nosso cérebro vai comparar o que foi aprendido com as necessidades
do momento, e não teremos dificuldade nenhuma.
Tal
qual o que acontece com o aprendizado das tarefas, nosso cérebro age desta
forma também para os fatos que nos cercam, memorizando o seu acontecimento, e
se esses fatos se repetirem, passamos a fazê-los de forma automática semelhante
a andar de bicicleta, veja um exemplo: De tanto executar as tarefas de fechar a
casa à noite, sempre do mesmo jeito, as vezes não ocorre de já estar na cama e
ficar na dúvida se alguma coisa deixou de ser feita? E assim acontece também
com outras tarefas do dia a dia, se forem repetitivas.
Pois
bem, se pensarmos um pouco, veremos que o passar do ano se da com referências
como o primeiro dia do ano, carnaval, semana santa, Dia das Mães, festas
juninas, independência, aniversários, feriados de novembro e pronto, já estamos
no fim do ano de novo! Com o passar dos anos de vida, nosso cérebro vai
“gravando” essas referências e o que acontece nesse intervalo de tempo quase
não é lembrado, só pra testar, você se lembra de uma notícia da semana passada,
ou qual foi o tema do meu texto anterior?
Por
estarmos passando nossos anos de forma repetitiva e rotineira passamos a dar
mais atenção aos fatos de referência, e vivemos o restante “tocando o barco”
como se diz, daí o porquê de se achar que o tempo está passando mais depressa,
mas não podemos nos esquecer que o aumento das atividades, da correria do dia a
dia também faz com que nem prestemos atenção no passar do tempo, convenhamos...
Não dá tempo de ver o tempo passar!
Muita
saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec
“João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com
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