terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mais sobre o tempo, que não pára.


Olá a todos, com tempo bem curto, estou de volta!
E por falar em tempo curto, quantas pessoas já não comentaram com você que o tempo parece “voar”, que parece estar passando mais rápido, afinal já estamos em fevereiro, e logo teremos dia das mães  festas juninas, e quando nos dermos conta... Já é fim de mais um ano de novo!
Existem teorias sobre o assunto, algumas bastante criativas e outras mais críveis, bem mais próximas da realidade, leiam e decidam em qual acreditar.
Alguns cientistas acreditam que após sucessivos terremotos submarinos nas últimas décadas, sendo alguns de grande porte, que causaram inclusive os tsunamis da indonésia e Japão, teriam acelerado a velocidade da “inversão dos pólos”, fazendo com que o campo magnético da terra sofresse alterações e por conseqüência, uma pequena redução na rotação do planeta causando mudanças na nossa percepção de tempo.
É fato, os pólos estão sim se movimentando, e o tsunami de 2004, que vitimou mais de 230.000 pessoas, principalmente na Indonésia, pode ter causado um movimento nos pólos da terra da ordem de 2,5 cm, o que parece pouco, mas nunca se sabe diante do fato de que realmente os pólos já foram invertidos.
Outra teoria, mais realista sugere que tudo não passa de imaginação mesmo, partindo do fato que geralmente são as pessoas de mais idade que  “acham” que o tempo está passando mais depressa eles explicam:
Nosso cérebro aprende por repetição, memorização e comparação com o que vimos e estamos vendo, não entendeu? Calma, é o seguinte, quando aprendemos a andar de bicicleta, nosso cérebro “memoriza” as tarefas necessárias para andar de bicicleta, e dali em diante, toda vez que formos andar de bicicleta, as informações já memorizadas serão postas em uso, mesmo que seja outro modelo de bicicleta, nosso cérebro vai comparar o que foi aprendido com as necessidades do momento, e não teremos dificuldade nenhuma.
Tal qual o que acontece com o aprendizado das tarefas, nosso cérebro age desta forma também para os fatos que nos cercam, memorizando o seu acontecimento, e se esses fatos se repetirem, passamos a fazê-los de forma automática semelhante a andar de bicicleta, veja um exemplo: De tanto executar as tarefas de fechar a casa à noite, sempre do mesmo jeito, as vezes não ocorre de já estar na cama e ficar na dúvida se alguma coisa deixou de ser feita? E assim acontece também com outras tarefas do dia a dia, se forem repetitivas.
Pois bem, se pensarmos um pouco, veremos que o passar do ano se da com referências como o primeiro dia do ano, carnaval, semana santa, Dia das Mães, festas juninas, independência, aniversários, feriados de novembro e pronto, já estamos no fim do ano de novo! Com o passar dos anos de vida, nosso cérebro vai “gravando” essas referências e o que acontece nesse intervalo de tempo quase não é lembrado, só pra testar, você se lembra de uma notícia da semana passada, ou qual foi o tema do meu texto anterior?
Por estarmos passando nossos anos de forma repetitiva e rotineira passamos a dar mais atenção aos fatos de referência, e vivemos o restante “tocando o barco” como se diz, daí o porquê de se achar que o tempo está passando mais depressa, mas não podemos nos esquecer que o aumento das atividades, da correria do dia a dia também faz com que nem prestemos atenção no passar do tempo, convenhamos... Não dá tempo de ver o tempo passar!
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Você tem sorte?


Olá a todos, de volta com mais um texto, por enquanto semanal.
Sorte?? Sorte de quem tem!
Você se considera uma pessoa de sorte? Talvez alguns respondam que sim, por ter um bom emprego, uma boa família, carro, etc. Mas primeiro vamos tentar analisar o que é SORTE.
Para algumas pessoas, ter sorte é estar no lugar certo e na hora certa, aproveitar aquela oportunidade que surgiu, conseguir encontrar dinheiro perdido, ganhar várias vezes em loterias, bingos e por aí vai, cada um terá sua concepção de sorte.
Nem tudo se resume a sorte, já que algumas vezes de nada adiantará estar lá se não estiver preparado para a oportunidade ou chance que lhe foi aberta, geralmente quem tem um bom emprego estava preparado para a vaga, quem tem uma boa família, usou critérios mais exigentes para escolha do Parceiro (a), bem como aqueles pais que tem filhos mais educados, certamente participam mais da vida deles.
Muitas das coisas boas que nos acontecem, são resultados de nossas próprias escolhas e atitudes, e se houve alguma sorte, foi ter pensado bem antes.
Há também fatos que são obra do acaso, ou seja, ganhos e benefícios que não se repetem, e tais fatos são raros em nossas vidas, até mesmo ganhar numa loteria uma vez na vida (que certamente poderia valer pelo resto dela!) pode muito mais ser creditado ao acaso que a sorte, ora, os números serão sorteados, e o ganhador será aquele que apostar nos números coincidentes com o sorteio, e há ainda a possibilidade de ninguém ganhar, é pura matemática e probabilidade nada mais.
Na internet é possível encontrar programas que simulam apostas com seus números  preferidos, e fornecem a relação de sorteios em que você ganharia algum prêmio, desde a criação do jogo até o sorteio atual, vale a pena ver!
Pelo grande número de apostas nos mais variados tipo de jogos disponíveis hoje nas casas lotéricas entende-se que as pessoas acreditam muito mais na sorte que no trabalho como instrumento para mudar de vida, o que não deixa de ser uma constatação lógica, já que muitos trabalham a vida inteira, e mal conseguem sobreviver e pagar suas contas.
Infelizmente vivemos num país que apesar de ter um povo trabalhador, não valoriza adequadamente tanto o trabalho, quanto o próprio trabalhador, a começar pelo famigerado imposto retido na fonte, que obriga o trabalhador a dividir o resultado de seu suor com o estado.
E temos ainda, a “esperteza”, que é vista como qualidade necessária para se conseguir alcançar os objetivos. Seja qual for seu trabalho, orgulhe-se dele, só quem trabalha sabe valorizar o que tem, e o que não tem também.
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

domingo, 27 de janeiro de 2013

Os custos do Brasil


Olá a todos, de volta com mais um texto para reflexão, talvez parecido com outros, mas o que fazer se os problemas não mudam?
Custos do Brasil.
Quando se fala em custos do Brasil, logo pensamos nos altos impostos, burocracia e tal. Mas há custos que raramente são discutidos ou encarados como custos que acabam por gerar prejuízos à sociedade, como a violência, o uso de drogas, baixo grau de escolaridade, influência política e outros.
A violência é um dos custos mais ignorados como “custo” COLETIVO, porém um dos mais sentidos por toda a sociedade, basta analisarmos, por exemplo, quanto uma empresa deixa de investir em produção para gastar com segurança, ou ainda quantos empresários  mudam suas empresas de lugar buscando mais segurança, tanto para sua empresa, quanto para si próprio,  e claro, tudo isso gera desemprego, ou no mínimo não gera novos postos de trabalho.
O uso de drogas ilícitas também figura como um custo para a sociedade, seja através do gasto individual de cada usuário, que não raras vezes dilapida seu patrimônio no vício, ou no resultado de atitudes que volta e meia aparecem nos noticiários e ainda, quantas pessoas não perdem oportunidades de emprego por não conseguirem se livrar do vício.
Talvez você me pergunte o porquê de ter citado o uso e não o tráfico; É simples, acho que só existe o traficante por haver usuários dispostos a comprar o que ele vende. E quando acontecem as chamadas “Marcha da Maconha”, pedindo a descriminalização da droga, não me lembro de ter visto entre eles, familiares de viciados para darem seu testemunho do quanto sofre uma família que tenha um viciado em seu lar.
O custo político é o mais alto do mundo, e se já não bastasse nos custarem caro, deixam muito a desejar em termos de competência; Quanto não poderia ser feito se o dinheiro público fosse bem administrado? É muito político e pouca solução!
Os investimentos em educação parecem não surtir resultado, o Estado diz que investe, mas basta uma olhada em provas do Enem, comentários da internet e currículos para vermos que há algo de errado, a formação das pessoas, o grau de informação da grande maioria e a qualificação profissional ainda deficiente, impede o crescimento individual do Brasileiro.
O custo trabalhista é um capítulo à parte, é uma conta difícil de fechar, são muitas as vozes que alertam para o atraso da legislação trabalhista Brasileira, que poderíamos ter melhores condições tanto para trabalhadores quanto para as empresas, o trabalhador precisa da empresa, a empresa precisa da mão de obra, e colocá-los como inimigos não têm ajudado muito. Mais cedo ou mais tarde será necessário entender que é preciso fazer com que as duas partes ganhem, ou as duas vão acabar perdendo.
Sem emprego não há renda, sem renda (adequada) não há consumo, sem consumo não há vendas, sem vendas não há lucro, sem lucro não há empresas e sem empresas não haverá emprego.
Talvez o maior custo mesmo seja a falta de bom senso.
Pense nisso!
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Salários no Serviço Público


Olá a todos, de volta com mais um texto para reflexão. Vamos começar com algumas perguntas!
Quanto você ganha? Um salário, dois salários? Se estiver desempregado está ganhando nada!
Você acha que ganha pouco ou gasta mais do que ganha? Talvez as duas coisas!
Quanto você acha que deveria ser o maior salário na sua cidade, no estado, no Brasil?
Quando se trata da iniciativa privada, cada um ganha o que a fonte pagadora acha que aquela pessoa vale, sendo assim, até se justifica técnico de futebol ganhar mais de 400 mil, jogadores, artistas e executivos ganhando altos valores, afinal se alguém ou um grupo se dispõe a pagar altas cifras, deve saber, ou imaginar que o investimento vale a pena.
Mas... E quando tratamos do funcionário público, que no caso a fonte pagadora somos todos nós, através dos impostos? Nunca somos consultados sobre os valores que estaríamos dispostos a pagar pelo seu trabalho, na verdade o salário do funcionalismo em geral, é uma parafernália de leis, onde dificilmente se consegue descobrir quanto o funcionário, principalmente o mais “graúdo” acaba realmente levando pra casa.
Preocupa-me o salário dos mais humildes? É claro que não, na sua maioria ganham o mínimo ou pouco mais que isso, para agüentarem sol escaldante, péssimas condições de trabalho e chefes indicados politicamente, que não raras vezes são totalmente despreparados pra comandar pessoas.
O que me preocupa é a legislação que rege o funcionalismo público, que deveria ser mais clara, a fim de que o funcionário seja melhor remunerado sim, mas levando-se em conta a relação Função, Salário , Responsabilidade, Experiência.
Antes de discordar, reflita sobre alguns salários no funcionalismo, sim porque quem recebe salário pago com dinheiro de impostos, é funcionário Público.
No tribunal de Justiça do Distrito federal, 76 funcionários ganham mais de 100 mil ao Mês, um encanador ganhando 11 mil, na câmara de São Paulo um operador de fotocopiadora ganha mais de 7 mil, isso sem falar nos salários pagos aos funcionários da câmara e do senado.
Como explicar ao povo que algumas pessoas têm direito a “Vantagens Adicionais” ou “Direitos Adicionais”? O que vem a ser isso? Se não for privilégio, não sei o que é.
Para um País que se diz democrático, a Lei da Transparência veio em boa hora, para sabermos quem realmente tem razões de sobra para reclamar de ser Funcionário Público e quem está apenas fazendo tipo e vontades de sindicatos.
Quem sabe cortando um pouco esses absurdos, sobre mais dinheiro para melhorar salários dos professores, dos profissionais da saúde, dos Braçais, e pra investir em melhorias para a população também
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com

domingo, 23 de dezembro de 2012

Alerta aos Políticos


Pra ficar diferente, Bom Dia pra você que lê esse texto de manhã, uma Boa Tarde pra quem o lê a tarde e Boa Noite, pra quem está lendo depois de mais um dia de trabalho!
É o seguinte, vivemos um momento importante da História do Brasil, meio que ofuscado pela copa do mundo que se aproxima, pela “Onda Verde”, etc.
A sociedade está perplexa diante da escalada da impunidade e da violência, as pessoas de bem que felizmente é a maioria da população, se vê acuada em suas próprias casas, e agora sem sossego sequer para as horas de lazer com a família, são arrastões, assaltos, seqüestros relâmpagos, provocações no trânsito, até se divertir está ficando cada vez mais perigoso.
A legislação parece estar do lado errado, oferecendo direitos e privilégios a alguns, como se dissesse: “Você pode roubar, matar, estuprar, que ainda não sabe o que está fazendo”.
Será que não sabe mesmo??
Até mesmo o judiciário, o marco maior da Democracia, o poder responsável por realmente promover a igualdade entre todos perante a lei, se vê envolvido em denúncias e investigações, e o povo que já não espera mais nada da classe política, já não vê mais a quem recorrer.
 A quem reclamar dos altos impostos? A quem reclamar da impunidade? A quem reclamar da corrupção, dos desvios do dinheiro público??? A quem reclamar para que sua vontade, suas necessidades sejam ao menos levada em conta? O povo não quer ser somente falar, QUER SER OUVIDO!
São tantos os problemas e a descrença, que se acontecer de perdermos o que nos é tão valioso, que é o nosso estado de direito (E deveres), terá sido por nossa culpa, talvez pela omissão de não cobrarmos, de não participarmos ativamente da construção da Democracia e da cidadania, todos os dias.
Qualquer um poderia ficar um ou dois dias sem ver um noticiário sequer, que teria a impressão de não ter perdido nada, os fatos políticos parecem se repetir, impunidade, privilégios e outras mazelas estarão presentes seja hoje ou daqui a uma semana, e tem se a impressão que só nós vemos e sentimos tudo isso que está acontecendo.
“Impossível de acontecer de novo”, dirão muitos, e tomara que estejam certos mesmo, pois as portas nas quais podemos bater e esperar algum resultado estão se acabando!

Feliz Natal e Próspero 2013 com muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O tempo não para e não te espera


Olá mais uma vez, pra você e para todos os internautas, vamos que vamos que o tempo é curto!
Convido você a refletir sobre a frase: “O tempo não para e não espera ninguém!”
Como dá pra notar, ela faz menção ao tempo nosso de cada dia, que realmente não para, é uma correria só todos os dias, entre trabalho, escola, filhos, trânsito, e tudo acaba em... Estresse.
Basta olharmos velhas fotografias de infância, e lá estaremos nós viajando ao passado, num tempo que sempre chamamos de “Bons e velhos tempos”, não que tudo fosse fácil, mas a inocência da infância, seja ela abastada ou não, nos atrai.
É quase certo que “Quarentões” como eu, se lembrem do primeiro brinquedo, da primeira professora, de cantar o Hino Nacional no pátio da escola, da merenda que até onde sei não era elaborada por nutricionista, mas que era muito boa, falo por mim, não tenho do que reclamar das minhas primeiras séries, onde hoje é o PPA da vila Ilze.
Como num passe de mágica, ou na maldição de um feitiço, nos vemos adultos, já sem a simplicidade de uma criança, num mundo diferente, cheio de preocupações, de responsabilidades, e onde parece que todos fizeram um pacto para se vigiarem, competirem entre si, num mundo em que pouquíssimos erros são perdoados.
Reclamar de crescer? Claro que não, faz parte da vida, faz parte do “tempo”, que se encarrega de ser professor em tempo integral, nos ensinando que ao contrário de como pensávamos quando criança, tudo pode ser mudado, vencido, o tempo nos mostra que a maioria das feridas irá caracterizar e descobrimos por fim que aquele “Bicho-Papão” do armário já não existe mais.
O tempo passa depressa, um momento passado não volta mais e se deixarmos de fazer algo, sabe-se lá quando teremos outra chance de fazer de novo, pode ser que nunca mais.
Um abraço no pai, na mãe, quando foi a última vez que fez isso? Com os olhos cansados, cabelos brancos, eles sabem que o tempo não perdoa, seja rico ou pobre ele deixará suas marcas em todos, e tentar enganá-lo com plásticas não adianta, pois chegará o dia em que vai cobrar tudo de uma vez.
Estão certos aqueles que dizem para pensar no futuro (Eu sou um deles), mas também estão certos os que dizem para viver o presente, curtir cada momento de vida que nossa alma tem a graça de experimentar, não que devamos ser irresponsáveis, mas o dia de hoje, é o primeiro do resto de nossas vidas, e ai... O que fazer com eles? A escolha é nossa.
Grato a você, que mais uma vez dedica seu tempo a ler este post.
Muita saúde, Paz e Prosperidade a todos!!
José Carlos Barbieni 
Serralheiro e técnico em informática pela Etec Itapira                         Jkarlosbarbieni@gmail.com