quarta-feira, 16 de julho de 2014

E se tivéssemos ganho a copa?

Olá pessoal, de volta.   E se o Brasil tivesse vencido a copa, hein?
Iria ser uma festa para os políticos que a trouxeram;
Seríamos hexacampeões com estádios (não gosto de arenas) padrão FIFA;
Não faltariam comentários do tipo: “Tá vendo? Não falei que valia a pena?”;
Teríamos mais uma estrela... Na camisa da seleção;
Quem sabe quantos iriam morrer infartados de tanta felicidade;
A taça se transformaria no maior trunfo eleitoral do governo;
Haveriam bolsos cheios... Da FIFA, dos patrocinadores, dos jogadores...
(Os bolsos deles se encheriam de qualquer forma)
 E seriamos um povo feliz, principalmente frente aos Argentinos.

Mas o Brasil não ganhou a copa, e pior, perdeu feio...
Para o desespero dos políticos, voltarão os protestos ainda mais fortes;
Sobrou a conta dos estádios caríssimos, desertos na maior parte do tempo;
Não faltarão comentários do tipo: “Viu só no que deu? Foi dinheiro jogado fora”;
Vejo muitas estrelas... De dor, dos que sofrem em hospitais sucateados;
Quem Sabe quantos irão morrer infartados ao se darem conta do prejuízo;
A conta disso tudo vai transformar-se no maior trunfo eleitoral da oposição;
E os bolsos vazios? Somente os do povo, a quem sobrará pagar a conta;
Ainda assim somos um povo feliz não é mesmo? Afinal TEVE COPA!

Não fui contra a copa no Brasil, e até acho que alguma hora teria que acontecer por aqui, mas enquanto não mudarmos as práticas ruins, comuns em obras públicas envolvendo atrasos, superfaturamentos e outras coisas, não seria recomendável delegar ao estado a incumbência de tocar grandes obras e eventos.
Só pra lembrar, é bom ficar de olho nos gastos para as olimpíadas.

A todos muita paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni –
Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP

jkarlosbarbieni@gmail.com

terça-feira, 3 de junho de 2014

Tragédia anunciada?

    Olá amigos, de volta...Ao ler o título da postagem muitos devem ter pensado que vou escrever sobre a copa e as manifestações prometidas para o período, o que até faria sentido, pois, é bem provável que se as manifestações realmente acontecerem e fugirem ao controle das lideranças, algo de ruim aconteça, mas não é o caso desta postagem.
    Não é preciso ir muito longe na memória para trazer a tona casos escabrosos de violência extrema, onde se pergunta (mais uma vez) qual o limite da maldade Humana, se é que podemos nos atribuir algum limite, uma vez que, buscamos exatamente a total liberdade, pena que na maioria das vezes sem a responsabilidade correspondente.
      O caso Isabellla Nardoni, dos dois meninos mortos, esquartejados e jogados no lixo depois de serem devolvidos a "família" pelo conselho tutelar em Ribeirão Pires-SP( http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,corpos-de-irmãos-mortos-em-ribeirão-pires-são-enterrados,257594) e tantos outros casos onde pessoas são assassinadas de forma cruel, na frente de crianças, esposas, mães, pais, enfim, sem nenhum sentimento em relação ao que estão fazendo, é preocupante.
    Digo preocupante pelo fato de parecer que estamos regredindo nas chamadas "relações Humanas", parece que estamos nos tornando primitivos novamente, deixando de sermos seres sociáveis e com espírito de coletividade.
    O senso de propriedade alheia de respeito ao que não lhe pertence e ao próximo como pessoa parece ter sido esquecido, para novamente dar lugar a lei do mais forte, e ainda dizem que estamos evoluindo.
     Se o caminho adotado pela sociedade é o do sucesso sem regras, cabe a quem o deseja usar do que tiver nas mãos, e nesse caso as armas adquirem um sentido literal, ou seja, se para alguns as armas são o trabalho, o estudo, a carreira, para outros um trezoitão basta!
    Impressiona como a vida tem um valor tão baixo, e não me refiro somente ao baixo valor que bandidos dão, mas a nós mesmos... Que vida tem alguém que se enterra no trabalho, no smartphone, nas drogas e mal conhece a própria família, ou ainda alguém que prefere ver o por do sol de Manhattan pela internet a vê-lo ao vivo da sua janela?
    Ah, na minha janela verei poluição, dirão alguns, mas, se não se der ao trabalho de ver, não se dará conta de que precisa fazer algo para melhorar o lugar  real onde vive.
    Espera ai, você deve estar se perguntando, afinal qual a "tragédia anunciada" do título do post?
    A resposta: A falência da Humanidade!
    "Que será do mundo quando só sobrarem os maus"?

domingo, 13 de abril de 2014

Maioridade Penal, ela é justa assim como está?

Olá a todos, atento aos textos publicados pelo site e de volta, mas dessa vez para novamente postar um texto escrito em abril de 2013, há quase um ano, portanto, sem qualquer alteração, mas que parece escrito agora, num momento em que o senado reprova a redução da maioridade penal. Releia!
Novamente vimos vir à baila a discussão sobre a Maioridade Penal, fato que sempre se repete após alguma notícia de âmbito nacional envolvendo alguma ação criminosa mais grave patrocinada por um menor de 18 anos.
É difícil analisar as pessoas, pois podemos encontrar pessoas com 14 anos mais organizadas do que muito marmanjo, e a diferenciação entre ter ou não ter consciência DO QUE e PORQUE se faz algo é muito relativa, e por isso mesmo penso que estipular uma data como sendo um divisor de águas, entre ter e não ter responsabilidade é complicado.
Se um adolescente de 17 anos mata alguém numa segunda feira, não será tratado como assassino frio e cruel, pois ainda é “menor”, mas se o fizer na manhã seguinte, após ter completado 18 anos, terá um tratamento diferente.
Como aceitar e entender que após o último segundo do dia anterior, um jovem milagrosamente passe a ter consciência de seus atos? Não me parece lógico, e a tantas pessoas também não, atribuir a esse segundo de vida tanta diferença para fins de analise das atitudes de uma pessoa.
O parâmetro da idade é necessário para fins de emancipação legal, estabelecendo um conceito único, que não seja julgado ao bel prazer das conveniências e interesses,  ou poderíamos ver alguma criança ser considerada apta e capaz apenas por sua popularidade ou poder financeiro, por exemplo.
Porém, a psicologia tem como responder se alguém tem ou não capacidade e discernimento sobre seus atos, deixando claro que a idade não é o único, não é o melhor e muito menos o mais eficiente meio de se apreciar a sanidade e capacidade de alguém.
Fala-se muito na redução da maioridade penal, e os que são contra logo dizem que é uma ilusão achar que com isso vamos ver os crimes diminuírem, até concordo, mas deixá-los impunes faz o contrário, ajuda a aumentar a criminalidade.
Talvez o correto não seja diminuir, mas acabar com a maioridade penal, a fim de que todos indistintamente, respondam pelo que fizerem nas circunstâncias em que fizeram analisando o fato, o motivo, a intenção e o resultado produzido, sendo a idade apenas mais um fator a ser analisado, e nada mais que isso.
Se a constituição diz no seu artigo 5º que somos todos iguais perante a lei, das duas uma, ou a lei me dá o mesmos direitos e regalias que eles (Menores), ou retira deles os direitos e regalias que não tenho.
A todos, muita paz, saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática  
Técnico em administração  na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP
E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com


quarta-feira, 12 de março de 2014

Maconha, de novo o assunto da vez!

Olá a todos, de volta...
A bola da vez para comentar é a liberação do uso da maconha no Uruguai, a liberação em alguns estados americanos, criticada por muitos e que demonstra o quão difícil é lidar com as Drogas, cujo consumo não para de crescer apesar de tantas campanhas e tantas informações a respeito dos seus males.
Dentre aqueles que comemoram a liberação, não vi nenhuma família ou familiar de viciado, vi apenas aqueles que talvez pensem em usar ou já usam, aqueles que acham a maconha inofensiva (?), e aqueles que não encontram outras saídas para combater o tráfico e uso das drogas.
Jogar a toalha, desistir nunca foi uma opção a ser considerada para quem pretende algo melhor para sua vida e de seus filhos, muito pelo contrário, os que são contra a liberalização da maconha apostam não na repressão, mas na educação, no conhecimento sobre as drogas como forma de combatê-las.
O Uruguai segue na contramão dos fatos que mostram que na Holanda, onde se usa drogas livremente a muito tempo, já se cogita rever tal posição, uma vez que ao longo do tempo de uso liberado, se observou o surgimento de uma geração menos produtiva, menos consciente.
O resultado dessa experiência Uruguaia se verá no futuro onde seus impactos sobre a juventude, sobre o tráfico, sobre os gastos com recuperação de drogados, sobre os custos sociais e econômicos que certamente virão é que mostrarão ao mundo se estavam certos ou errados.
Se o cigarro e o álcool abrem as portas para as drogas, a maconha (liberada) leva a esse mundo, onde invariavelmente seus usuários se tornarão escravos da droga que escolherem usar, quem duvida disso que tente parar e nunca mais usar... Não vai conseguir sair tão fácil como entrou.
Para quem nunca usou, o conselho é nem experimentar, mas nem de curiosidade, já que o poder de vício das drogas é comprovado, se usa e quer parar, segue uma lista de sites e onde procurar ajuda em Itapira mesmo, fornecida pela palestrante sobre drogas na Etec, Silvia Oliveira (mhadassa@hotmail.com).
INCA – Disque Saúde Pare de Fumar 0800 61 1997

•Centro de Atenção Psicossocial CAPS ad "RAINERI BAIOCHI"
(19) 3813-2327
•Clínica Cristália (19) 3913-9142  http://clinicacristalia.com.br/ 
•Instituto Bairral de Psiquiatria (19) 3863-9400 http://www.bairral.com.br/ 
•Casa Vida: Salvando Vidas (19) 3843-6923 http://www.casavida.com.br/ 
•Missão Saída – Modelo Terapêutico Cristão Caminhada com Deus
Homens de 18 a 50 anos

Boa sorte, sucesso!

A todos, muita Paz, Saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática
Técnico em administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Já Perguntou ao Google Hoje?

Olá a todos, de volta novamente.
Não é difícil encontrar na internet textos, charges e até piadas sobre as mudanças que a internet trouxe para nossas vidas, e olhe que nem é preciso mencionar as facilidades de compra e relacionamento.
A internet trouxe aos seus usuários algo que somente grandes personalidades e jornalistas podiam fazer, ou seja, o direito de se expressar, de opinar sobre os fatos do dia a dia ou sobre algum assunto em especial, bastando uma rápida busca para perceber que há sites e Blogues sobre qualquer assunto.
Tudo isso vivenciado nos comentários, nos blogues e nas redes sociais, onde aparentemente se compete para ver quem tem mais “seguidores”, muito embora se conheça muito pouco deles, afinal acreditar cegamente num perfil, numa foto postada como sendo da pessoa, chega a ser ingenuidade.
Porém, essa facilidade de comunicação e acesso à informação trouxe consigo o fim da necessidade de se aprender, de reter a informação como aprendizado para uso futuro, uma vez que se for novamente necessário pesquisar algo, basta digitar novamente e pronto, lá estará a resposta procurada, sem nenhum esforço.
Ainda não entendeu? É simples, responda rápido alguma dessas perguntas... Qual o telefone de sua Mãe, Namorado (a), qual é a placa de seu carro ou o que significa “Anti-Histamínico”?
É claro que nem todo mundo tem facilidade para decorar números, e ninguém exceto médicos e farmacêuticos tem obrigação de saber o que é um anti-histamínico, que é a denominação de remédios contra sintomas de alergia.
O ponto central não é saber ou não saber, mas a disseminação da informação de forma indiscriminada, e às vezes sem critérios de avaliação de que seja verdadeiro ou não, que nesse caso é o grande perigo, já que nos acostumamos tanto a acessar a informação que não nos damos ao trabalho de checá-la.
Se por um motivo qualquer a agenda do celular embaralhasse os números e contatos, seria um Deus nos acuda para se lembrar dos números mais importantes, bem como essa facilidade de acesso tiraram de Professores, Médicos e outros a exclusividade do saber, serão substituídos? É claro que Não!
Hoje em dia é cada vez mais comum vermos alunos acharem que aprendem mais na internet, do que em salas de aula, e pacientes que antes de irem ao médico já tenham feito uma boa pesquisa sobre aquilo que “acham” ter, colocando-se a frente de um médico, descrevendo o problema e a solução, só faltando prescrever e assinar a receita.
Novos tempos e uma nova realidade onde profissionais de toda sorte se vêem diante dessa grande concorrente, e antes que achem que esse texto tenha a pretensão de enaltecer a internet, acho que nada substitui o calor Humano da presença física, a verdade na entonação de voz e no olhar de quem nos responde algo.
Só pra terminar... Se você é pai, quando foi a última vez que seu filho lhe perguntou algo ao invés de perguntar ao Google? Ah sim, não precisa pesquisar nada, segue aí a descrição de anti-histamínico da Wikipédia.
“Um antagonista de histamina (Também chamado de anti-histamínico) é uma droga farmacêutica que inibe a ação da histamina, bloqueando a sua ligação aos receptores de histamina, ou a inibição da atividade enzimática da histidina descarboxilase, catalisando a transformação de histidina em histamina (Anti-Histamínicos Atípicos). É normalmente utilizado para o alívio de alergias provocadas pela intolerância de proteínas”
(Fácil não? Se duvida, é só digitar pra conferir ou faça melhor ainda, pergunte ao seu médico ou farmacêutico de confiança)
A todos, Paz, Saúde e Prosperidade em 2014!
José Carlos Barbieni – Serralheiro- Técnico em informática
Técnico em administração na Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Drogas: O Usuário

Olá a todos, de volta e obrigado pela paciência em ler esses artigos sobre as drogas, espero estar ajudando e hoje escrevo sobre o usuário.
Antes de mais nada, é bom lembrar que não sou especialista no assunto, e muito menos dono da verdade, minha intenção é colaborar para que mais pessoas possam entender e refletir sobre o assunto.
Quase todos nós somos usuários de alguma droga lícita ao menos, já que álcool, cigarro e remédios são considerados drogas também, e algum dia acabamos usando alguma delas, ou você conhece alguém que não fume, nunca tenha bebido (nem cerveja), e que aos 80 anos não precise de nenhum remédio?
Quem é fumante, sabe como é difícil ficar sem cigarro, e não raras vezes vemos pessoas que após terminar um, já acendem outro, essas pessoas enfrentam dificuldades em abster-se do cigarro no trabalho, e numa internação hospitalar então, ficam desesperadas, quem não teve um parente fumante, que não pediu pra levar cigarro escondido para ele? Isso evidencia o quanto o tabaco vicia.
Dentre os usuários de álcool há diferentes graus de dependência, desde aqueles que bebem somente em festas e fim de semana, e mesmo assim uns bebem moderadamente e outros exageram, passando pelos que não abrem mão da passadinha no bar após o trabalho para um “rabo de galo”, alguns vão embora inteiros enquanto que outros vão “trançando as pernas”.
São muitos os que bebem bastante e nem por isso causam problemas à família ou a quem quer que seja, mas também há os que fazem do álcool parte de seu dia a dia, e sem perceber se tornam alcoólatras, dependentes químicos, já não conseguem mais tocar suas vidas sem o álcool; Perder emprego, família, a dignidade e a saúde são só alguns dos males do alcoolismo.
Há alguns anos eu já conheci um caminhoneiro que jurava de pés juntos dirigir melhor depois de tomar “umas” do que sóbrio, será que os tantos caminhoneiros que se envolveram em acidentes, em que comprovadamente estavam embriagados também pensavam assim?
Quanto aos usuários das drogas ilícitas, como a maconha, crack, cocaína, esctasy e outras, também há os que usam mais e os que usam menos, e excetuando se a maconha, sobre a qual ainda não há consenso sobre seu poder de tornar alguém dependente, as outras são fortes e leva o usuário à dependência, principalmente o crack.
Muitas vezes nem mesmo o usuário sabe ao certo o que o levou a tornar-se um viciado, dizer que foi por influencia de amigos? Curiosidade? Eles costumam dizer que pode até ser, mas a decisão final de experimentar ou não foi exclusivamente deles, eles sempre deixam claro que cada viciado sabia muito bem o que estava fazendo quando quis entrar nessa.
Relembrando o final do primeiro post sobre drogas:
O que acontece quando uma adolescente experimenta alguma droga, seja lícita ou não? Nada! Isso mesmo, nada... O mundo não acabou e ele não fez mal a ninguém, como convencê-lo de que entrou numa roubada, se para ele, ele não fez nada de errado?
Como convencer alguém que o cigarro faz mal, se outro dia uma reportagem na televisão mostrou uma senhora de 90 anos, fumante desde os 13 anos e completamente lúcida e com saúde melhor que a minha? -Diga-se de passagem-
Qualquer usuário nunca se verá como um viciado, sempre dirá que os “zumbis” das cracolândias da vida só ficaram assim por serem fracos, não terem dominado o uso, todo usuário sem exceção, acha que conseguirá parar a hora que quiser.
Tal qual um obeso (talvez eu) que vive arrumando desculpas para não iniciar um regime e não vê problema algum nos quilinhos a mais, também o usuário não vê motivos práticos para deixar de usar a droga, afinal o barato, o clima e as pessoas na hora do uso não demonstram haver algo de errado nisso, se fosse legalizada... Que mal estaria fazendo?
O mal que as drogas causam não é pra amanhã ou pra um ano, leva mais tempo e a alteração da percepção da realidade que cerca o usuário, não permite que ele perceba o quanto está andando pra trás, quem vê isso? A família e os amigos que aos poucos vão se distanciando.
Nunca se discutiu tanto sobre as drogas como agora, bem como volta e meia vemos depoimentos de dependentes internados em clínicas de recuperação falando sobre a destruição que as drogas causaram em suas vidas e a batalha para se livrar do vício, mesmo com tudo isso... O consumo só aumenta.
Apoio familiar e informação fazem parte do que um dependente químico precisa para virar essa página errada de sua vida.
A todos, muita paz, saúde e Prosperidade!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática e cursando técnico em administração
Pela  Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com