segunda-feira, 27 de setembro de 2021
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
domingo, 11 de dezembro de 2016
Publicação
de 11 de dezembro de 2016
Quem
são seus Deuses?
Pergunta
fácil ou difícil de responder?
Talvez
fique mais fácil se eu perguntar a quem você presta culto, idolatria,
obediência ou simplesmente a quem você costuma seguir cegamente, sem pestanejar
considerando suas afirmações sempre verdadeiras.
Pois,
bem ou mal acabamos "endeusando" não somente nossas crenças, mas,
também algumas pessoas sejam do nosso círculo de amizades, ou mesmo da mídia.
Mais
uma pergunta... Você é capaz de duvidar ou questionar alguma coisa nesse
"Deus" que segue, ou seja, você se dá o direito de duvidar, ainda que
de leve, de alguma coisa?
Se
o tema fosse religião, certamente, muitos responderiam que não duvidam de nada
e não questionam nada apenas crêem e dão fé naquilo que se propaga por séculos,
o que pode ser louvável, mas pouco eficiente e até perigoso, pois, quase sempre
leva ao fanatismo e que justamente não questiona nada, nem mesmo diante da mais
avassaladora prova em contrário.
Saindo
do campo religioso, que já oferece seu perigo, caímos no endeusamento de
personalidades, pois, quando o fazemos isso, nossa mente se fecha, nosso
discernimento cai a quase zero e achamos tudo certo e correto nesse
"Deus" que seguimos.
Na
verdade basta que ele se manifeste pra que aplaudamos sem o menor
questionamento, afinal... Se ele disse... Ta falado e deve ser verdade!
A
coisa toma tal proporção que se um artista ou atleta, fala que isso ou aquilo é
certo, Você o apóia incondicionalmente, sem sequer dar a si próprio o benefício
da dúvida, ou seria a possibilidade de colher os frutos da dúvida, não nos
esqueçamos que, quem questiona busca nada mais que a verdade, e não a denegrir
a crença ou ao "Deus" evocado naquele momento.
Pra
entender... Quem se dá o direito de questionar, quer sempre saber mais, e
àquele que não aceita esse direito, ou tem algo a esconder, ou quer manter a
crença ou imagem intocável, qual seria a razão disso?
Calar
quem questiona é fácil, basta convencê-lo com sua resposta, e isso qualquer
líder sábio sabe que ao invés de fugir dos questionamentos, deve-se
satisfazê-los.
Se
você não questiona quando ele (Esse seu “Deus”) ou alguém lhe diz alguma coisa,
se acha que ele, merece todo seu apoio incondicionalmente, sem perguntas...
Desculpe-me, e espero estar errado, mas, você já criou um "Deus" pra
seguir, sem se dar conta de ter feito essa escolha.
Olhando
para as pessoas em quem confia cegamente e para aquelas que costuma achar que estão sempre
certas...
Identificaria
quem são seus deuses?
domingo, 3 de julho de 2016
Vamos por partes porque não sou
jornalista ou coisa alguma,mas enfim, que assim seja:
Vivemos dias em que os fatos se sucedem de forma assustadora, sequer sabemos se amanhã de manhã, em plena segunda feira, 4 de julho de 2016, não haverá nova operação da Lava-Jato ou não.
O que se espera, como sempre, é a observância da lei, pois, em nome da justiça, injustiças não ajudam para desmontar uma das mais perversas realidades desse país, que reponde pelo nome de Brasília.
Mas espera ai... Chamou Brasília de perversa?
Se não for, chega perto, tal a distância entre a realidade de lá, e dos outros "Brasis" que há fora dela, tanto que justamente o contraponto a Brasília se apelidou de "República de Curitiba"
A Lava-Jato tornou-se um simbolo, uma bandeira, um patrimônio daqueles que querem algo melhor, sem corrupção para o Brasil.
Não há como evitar que os desdobramentos dessa magnitude levem a nomes de peso, abrindo um novelo que parece não ter fim, e por consequência, surgem os que se acham perseguidos... Já sei, pensou no Ex-Presidente Lula, acertei?
Quanto a Lava-Jato poder atingir o Ex-
Presidente... Ora, se há envolvimento de tanta gente ligada a essa pessoa em
atividades criminosas e comprovadamente se sabe que o Ex-Presidente tem sim sua liderança
sobre essas pessoas, qual seria a razão para estranhar que se dedique mais
atenção a essa pessoa? Errada estaria a justiça se por acaso se contentasse com
peixes pequenos, ignorando o envolvimento de grandes e até mesmo dele, nessas
atividades, há que se investigar, dentro da lei, só isso.
Seria perseguição? Não creio, se assim
fosse já poderia estar preso a muito tempo, pois, desde o mensalão se aventa a possibilidade de seu envolvimento, simplesmente por ser humanamente impossível que um líder reconhecido como ele, e que mantém tudo sob seu controle, continue a citar a velha bravata de que nada sabe, e o fato de ainda não ter sido preso só comprova que não se faz perseguição, mas
investigação.
Ainda sobre sua possível nomeação, como seria se Lula fosse Ministro?
Teríamos hoje uma situação bem estranha, teríamos uma presidente (Dilma) subordinada a
um ministro, pois, duvido que Dilma se oporia a uma determinação de Lula, e com
foro privilegiado, estaria sim, mais longe das mãos da justiça, ou se
esqueceram da fala onde Dilma lembra dos cinco no bolso do colete?
No entanto, há que se atentar para o fato de que o
Judiciário não pode sair decretando prisões a torto e a direito, sem que haja
razões legais para tal fato, que são na maioria das vezes a possibilidade de
fuga ou de interferência nas investigações, que precisam ser demonstradas claramente no ato da petição de prisão ao judiciário, o que penso que tenha sido feito em cada uma delas, ou
cada prisão se poderia ser arbitrária, o que não é aceitável.
Prender Lula, se culpado for de
alguma coisa, se pautada em fatos comprovados, se cumpridas as exigências legais, se isso acontecer...Só se fará justiça, mas, o que não pode é prendê-lo
só pra mostrar serviço.
domingo, 29 de novembro de 2015
Os ladrrões de ônibus em Itapira
Quem abriu os jornais de domingo 29-11-2015, ou acessa a
internet, que deve ser o seu caso, deve ter se deparado com a notícia sobre o
assalto a um ônibus de romeiros neste sábado e com certeza deve ter ficado
surpreso. Pois, é algo novo em Itapira, e se a moda pega...
Os assaltos em si causam tanto ou mais
prejuízos que a crise, pois, basta analisarmos quanto se desviamos para a nossa
segurança particular ou em quanto o estado gasta na segurança pública, que
poderia ser usado em outras coisas.
Da nossa parte, figuram os gastos com câmeras,
cercas elétricas, grades, e pra quem pode e para as empresas, muros altos, os
blindados e segurança particular, dinheiro esse que poderia se tornar investimento
com retorno, cabendo lembrar ainda o impacto do não investimento, ou seja,
aquilo que se deixa de fazer por medo da violência, como viagens, passeios e
compras particulares como um carro ou moto nova, ou uma casa chique... A
violência nos empurra para o anonimato.
Quantas famílias podem ter desistido de viajar
ao ler sobre a notícia do assalto? Muitas? Poucas? Nenhuma? Só os organizadores
e as empresas de ônibus pra responder.
E quanto à figura do ladrão? O que se poderia dizer?
Apenas condenar e dizer que ele é o responsável por tudo que já foi descrito
até aqui?
O ladrão é tão antigo quanto a história da
humanidade, desde quando alguém achou melhor roubar a comida de quem havia se
arriscado por ela, do que correr os mesmo riscos pela caça ou frutas, daí a
repugnância que se reveste a figura do ladrão, embora se ache esperto, ele é
antes de tudo um covarde sem a mesma competência de quem trabalha e luta por
seu sustento.
O ladrão de galinhas, não é muito diferente do
corrupto, visto que, ambos se apropriam do trabalho e bens alheios, na remota
história da humanidade, talvez fossem expulsos da tribo, hoje em dia são vistos
como “vitimas” da própria sociedade que eles usurpam.
O motivo pra roubar? Tanto antes como agora,
poderia ser a fome, mas, também tanto antes como agora, o sentimento de esperteza,
de ter passado alguém pra trás está presente, provavelmente ao saírem do ônibus,
deixando pra trás romeiros atônitos e sem ação, se sentiram acima dos “otários”
que acabaram de roubar.
Bem, esses “otários” deixarão de fazer algumas coisas
daqui pra frente... Quem ganha com isso? Dois assaltantes. Quem perde? TODOS
NÓS!
terça-feira, 27 de outubro de 2015
A saúde vai de mal a pior.
Antes de ter um chilique, de se revoltar, de ligar para a
Globo, pela demora no atendimento em um Hospital ou posto de saúde:
PARE:
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se a população não
para de aumentar e eles não estão dando conta.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se cada vez mais
se desvia dinheiro da saúde e com isso acaba faltando de tudo.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se as prefeituras
não contratam mais funcionários, e às vezes um atendente precisa cuidar de mais
pacientes do que deveria.
Nem os funcionários, nem você, TÊM CULPA, se há pacientes em
situação mais complicada do que a sua.
Nem os funcionários,
nem você TÊM CULPA, se você ficou doente justamente agora que há tanta gente
pra ser atendida.
Os Funcionários não esperam que você acredite nisso... Mas
pense:
A maioria dos funcionários trabalha no limite, são pessoas
como você, que igualmente vivem estressadas, correndo contra o tempo para
atender a todos indistintamente, inclusive pessoas drogadas, agressivas,
vitimas de overdose e bandidos feridos, você faria isso? Bem, eles fazem porque
faz parte do trabalho deles atender todo mundo.
Que a saúde vai mal, tanto eles como você sabem muito bem
disso, por isso, não espere deles o que eles NÃO PODEM fazer, afinal, a culpa
não é sua... Nem deles!
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Olá pessoal,
de volta, novamente!
Passando por
alguns Blogs e Sites, resolvi contar uma história fictícia, que pra quem não
sabe o que é, é uma história de mentirinha, serve apenas para reflexão, se é
que há algo que se aproveite nela, segue ai:
A história de
João.
João era um
cara metódico, tímido e super organizado, talvez por isso fosse um dos melhores
funcionários do escritório, raramente deixava acumular serviço, inclusive sua
mesa despertaria inveja até nas mulheres mais exigentes.
Certo dia
entra uma nova funcionária na firma, a Sônia, que não demora em perguntar para
os demais o porquê de o João ter esse jeito tão fechado, já que se limitava a
responder apenas o que lhe fosse perguntado, e ainda assim era quase que apenas
“sim” ou “não”.
- O João até que não é feio, é inteligente,
mas é muito fechado, porque ele é assim, aconteceu algo aqui no escritório?
Parece que ele não se da bem com ninguém, sai e já vai direto embora, não
participa de nenhuma festinha, quase não conversa - perguntava ela a sua
supervisora-.
Marcela, a sua
supervisora, contou lhe então o que aconteceu:
-Vou contar
porque ele não faz questão que saibam o que aconteceu... O João nem sempre foi
assim tão fechado, na verdade ele era bem comunicativo até, mas acontecimentos
de apenas alguns dias, isso já há alguns anos, mudaram o seu jeito de se
relacionar com as pessoas, nada que afete seu trabalho, mas ele se fechou desde
então.
-Nossa! Parece
grave, o que aconteceu, morreu alguém por causa dele?
-Não chega a
tanto, acho que o único morto nessa história foi o João que nós conhecíamos
depois de quase ser preso duas vezes numa única semana, e pelo jeito não
suportou bem a situação e se fechou.
- Nossa! Nunca
me passou pela cabeça que ele tivesse problemas com a lei, tão certinho e
organizado, espero que não tenha sido nada grave, mas o que aconteceu?
- Bem...
Aconteceu que numa segunda feira, dizem que ele quase foi preso por injúria
racial num supermercado, quando comentou com a moça do caixa sobre a situação
econômica, e sem más intenções soltou a frase “É... A coisa tá preta, mesmo!”, parece
que foi o suficiente para uma moça ao lado começar a esbravejar que ele se
referia a ela, que era racista, chamou a polícia e aconteceu a maior confusão
como o coitado.
-Coitado,
sei... E se falou de propósito mesmo?
-Nada a ver, o
João perdeu os Pais muito cedo, e sem parentes próximos, praticamente foi
criado por uma pessoa de cor, tenho certeza de que ele jamais seria racista,
mas, para complicar, pois, logo depois ele foi acusado de homofobia, por mudar
de fila numa lotérica, onde haviam dois homossexuais abraçados, deu confusão de
novo!
-Espera ai,
esse é um país livre, que eu saiba não há nada de mais em duas pessoas do mesmo
sexo se abraçarem numa fila, sinto muito, mas, ele podia ficar quieto onde
estava, né!
-Verdade, mas
ele disse que não fez por mal nem pretendia ofender os dois, se justificou
dizendo que simplesmente mudou de fila por não se sentir a vontade, o que
convenhamos, também é um direito dele.
- Na certa mudou
de fila e resmungou alguma coisa que ofendeu.
-Pelo que
consta, não disse uma palavra, apenas mudou de fila, eu particularmente acho
que quiseram se aproveitar dele, devem ter pensado que ele fosse rico e daria
alguma indenização, talvez.
-Tá certo que
foi muita confusão mesmo, mas isso justifica ele ter esse trauma todo?
-Porque o
interesse nele?
-Nada de mais,
é que como você sabe, estou fazendo psicologia e achei interessante, um cara
que parece ser legal, mas ser tão fechado, quem sabe não me rende uma tese?
-Que tal
perguntar diretamente a ele? –Nisso Marcela chamou João e foram todos para sua
sala, pois, queria ver como agiria a nova funcionária diante daquela situação,
já que Marcela não gostava de fofocas ou assuntos mal resolvidos no trabalho-.
-João, você
sabe que a Sonia estuda psicologia e ela quer lhe fazer uma pergunta sobre o
que aconteceu com você, pode ser?
-Pode, mas não
to pirado não, se é isso que ela pensa.
Visivelmente
constrangida, Sônia lhe perguntou:
-Desculpa, não
é isso não, mas eu comentava com a Marcela o seu jeito fechado, quase não fala
com ninguém, e a Marcela acabou me contando o que aconteceu, daí que eu
perguntei a ela, se isso não seria um trauma seu que precisaria ser tratado,
você ainda é novo para agir tão fechado assim.
-Olha Sônia, agradeço a sua preocupação, mas
não é trauma, nem piração, é uma escolha que fiz só isso.
-Como assim?
Escolheu se fechar pra todo mundo?
-Na verdade acho que são as pessoas é que
escolheram que eu as ignore, ou se ignorarem com o chamado “Politicamente
Correto”, se falar alguma coisa, dirão que é racista ou homofóbico, se
conversar com alguém aqui no trabalho, vai que dizem que é assédio, melhor
ficar quieto não acha?
Bem... Se você
leu até aqui e espera um final, sinto muito, o final dessa história fica para
você mesmo imaginar e refletir.
Até mais!
Gostou? Não
gostou? Envie um comentário.
A todos muita
paz e saúde e proteção.
José Carlos Barbieni
– Serralheiro - Técnico em Informática e Administração
Formado na
ETEC “João Maria Stevanatto” Itapira-SP
jkarlosbarbieni@gmail.com
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